Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária
Rede de Distribuiçao Aérea - Edificações Coletivas
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INDICE
Capitulo Titulo
1. GERAL
1 Introdução
2 Campos de Aplicação
3 Definições

2. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO
1 Aspectos Gerais 2-1
2 Ponto de Entrega 2-1
3 Tensões de Fornecimento 2-2
4 Critérios de Atendimento das Edificações 2-3
5 Tipos de Fornecimento às Unidades Consumidoras 2-4
6 Consulta Prévia 2-5
7 Pedido de Ligação e Projeto Elétrico
8 Aumento de carga 2-8
9 Geração Própria e Sistemas de Emergência 2-8
10 Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio 2-9
11 Desmembramento de medições 2-9
12 Condições não permitidas 2-10
13 Suspensão de fornecimento de energia elétrica 2-10
14 Mudança do local do padrão de entrada 2-11
09 Tabela 9

3. INSTALAÇÕES DE RESPONSABILIDADE DA CEMIG
1 Ramal de Ligação
2 Atendimento à demanda superia a 304 kVA.
3 Medição
4 Transformador e Equipamentos de Proteção
5 Reserva de direito

4. INSTALAÇÕES DE RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR
1 - Aspectos Gerais.
2 - Construção do(s) Centro(s) de Medição.
3 - Ramal de Entrada
4 - Alimentadores
5 - Ramal Interno da Unidade Consumidora.
6 - Proteção Contra Sobrecorrente
7 - Aterramento.
8 - Caixas para Medição e Proteção.
9 - Caixas de Inspeção.
10 - Câmara.
11 - Postes e Pontaletes


5. CÁLCULO DE DEMANDA
6.TABELAS
7.DESENHOS
ANEXOS
1. GERAL

1. INTRODUÇÃO

Esta norma tem por objetivo estabelecer as diretrizes técnicas para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária a unidade consumidoras situadas em edificações de uso coletivo e em edificações agrupadas, a partir das redes de distribuiçao aéreas, bem como fixar os requisitos mínimos para as entradas de serviço destas edificações.
Esta norma está estruturada em função dos seguintes tópicos :

a) critérios de projeto e dimensionamento dos componentes das entradas de serviço;
b) instalações básicas referentes a cada tipo de padrão de entrada;
c) materiais padronizados e aprovados para a utilização nos padrões de entrada.

Esta norma está em consonância com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT , com as Resoluções da ANEEL e com as últimas resoluções e Atos do CREA-MG. As especificações técnicas dos materiais e equipamentos, utilizados pela Cemig na ligação das unidades consumidoras , estão contidas na ND-2.6.
Esta norma é uma revisão e cancela e substitui a ND-5.2/MAIO 2013 e apresenta como principais modificações :

a) inclusão da alternativa das medições serem instaladas por andar nos atendimentos acima de 36 (trinta e seis ) medições e que tenham condomínio constituído como pessoa Jurídica.
b) inclusão da alternativa da instalação do ramal subterranêo para unidade consumidora localizada no mesmo lado da rede aérea da Cemig nos atendimentos até demanda 95 kVA.
c) inclusão da infraestrutura para automação da medição.
Esta norma pode em qualquer tempo e sem prévio aviso, sofrer alterações, no todo ou em parte, motivo pelo qual os interessados devem , periodicamente, consultar a Cemig quanto à sua aplicabilidade atual. Esta norma, bem como as alterações, podem ser acessadas através do endereço eletrônico www.cemig.com.br (dentro da página acesse Atendimento depois Normas Técnicas depois ND-5.2 ) para consultar/baixar o arquivo da ND-5.2 atualizado.

2. CAMPOS DE APLICAÇÃO


2.1 Esta norma se aplica ao fornecimento de energia em tensão secundária, nos seguintes casos :
a) edificações de uso coletivo , residenciais e/ou comerciais com qualquer número de unidades consumidoras, incluindo-se aquelas unidades com carga instalada superior a 75 kW.
b) edificações agrupadas ( com área comum de circulação, sem carga comum - condomínio).
2.2 Esta norma não se aplica às unidades consumidoras :
a) situadas em edificações sem área comum de circulação, sendo o atendimento individual a cada unidade, de acordo com as prescrições da ND - 5.1.
c) Que façam adesão ao sistema de compensação de energia, os quais devem atender a norma Cemig ND-5.30 (Requisitos para a conexão de Acessantes ao Sistema de Distribuiçao Cemig - Conexão em Baixa Tensão).

3. DEFINIÇÕES


Os termos técnicos utilizados nesta norma estão definidos nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e são complementados pelas seguintes :
3.1 Alimentador Principal
3.2 Alimentador de Prumada
3.3 Alimentador Secundário
3.4 Área de Comum Circulação
3.5 Cabo Multiplexado
3.6 Cabo Inspeção
3.7 Caixas de Medição e Proteção
3.7.1 Caixas para medição com instalação direta
3.7.2 Caixas para medição com instalação indireta
3.7.3 Caixas para medição CM-4
3.7.4 Caixas para medição CM-9
3.7.5 Caixas para medição CM-18
3.8 Câmara
3.9 Cãmara Transformadora
3.10 Carga Especial
3.11 Carga instalada
3.12 Centro de Medição (CM)
3.13 Chave de Aferição
3.14 Condutor de Aterramento
3.15 Condutor de Proteção
3.16 Consumidor
3.17 Demanda
3.18 Demanda Máxima
3.19 Disjuntor Termomagnético
3.20 Distribuidora
3.21 Edificações Agrupadas ou Agrupamentos
3.22 Edificações de Uso Coletivo
3.23 Entrada de Serviço
3.24 Faixas de Servidão
3.25 Formulários para Solicitação e Análise de Rede - ligação Nova / Aumento
3.26 Fornecimento Provisório
3.27 Interligação ou ligação Clandestina
3.28 Limite de Propriedade
3.29 Medição com instalação direta
3.30 Medição com instalação indireta
3.31 Padrão de Entrada
3.32 Pontalete
3.33 Ponto de Entrega
3.34 Ponto de Medição
3.35 Poste Particular
3.36 Ramal de Derivação
3.37 Ramal de Entrada
3.38 Ramal de Entrada Embutido
3.39 Ramal de Entrada Subterranêo
3.40 Ramal de ligação
3.41 Ramal Interno da Unidade Consumidora
3.42 RDA
3.43 RDR
3.44 RDS
3.45 RDU
3.46 Quadro de Distribuição Geral (QDG)
3.47 Unidade Consumidora
3.48 Via Pública

2. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO
1. ASPECTOS GERAIS.
1.1 As edificações de uso coletivo, bem como os agrupamentos, devem ser atendidos através de uma única
entrada de serviço, visando à ligação de todas as suas unidades consumidoras, independentemente da carga
instalada destas unidades e da demanda total da edificação . Cada unidade consumidora da edificação deve ser
caracterizada de forma individual e independente como , por exemplo. as lojas , escritórios , apartamentos e a
área do condomínio (inclusive serviço e sistemas de prevenção e combate a incêndio)
1.2 O atendimento a mais de uma unidade consumidora , de um mesmo consumidor , na mesma edificação,
fica também condicionado à observância dos requisitos técnicos e de segurança desta norma.
1.3 As edificações com predominância de estabelecimentos comerciais varejistas e/ou atacadistas ou estabelecimentos comerciais de serviços somente podem ser consideradas uma única unidade concumidora se atendidas cumulativamente "as condições estabelecidas pelas resoluções da ANNEEL. Caso contrário, devem ser ligadas de acordo com as prescrições desta norma.
1.4 O atendimento deve ser híbrido, onde aplicável, conform o Anexo B
1.5 O padrão de entrada daedificaçõess edificações já ligadas que estiverem em sesacordo com as exigências desta norma e que ofereçam riscos à segurança, devem ser reformados ou substituídos dentro do prazo estabelecido pela Cemig, sob pena de suspensão do fornecimento de energia
1.6 As edificações constituídas por uma única unidade consumidora que venha a ser transformada em edificações de uso coletivo ou agrupadas, devem ter suas instalações elétricas modificadas visando separar as diversas unidades consumidoras correspondentes de acordo com as condições estabelecidas ne
1.7 O dimensionamento, a especificação e a construção do ramal interno e das instalações elétricas internas da unidade consumidora devem atender às prescrições das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
1.8 Será necessário a apresentação de autorização do órgão ambiental competente e gestor da unidade de atendimento para a(s) ligação(ões) da(s) unidade(s) e/ou padrão(ões) de entrada de energia elétrica situado(s) em Áreas de Preservação Permanente - APP
1.9 O atendimento pela Cemig ao pedido de ligação ficará condicionado à apresentação do projeto elétrico juntamente com a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de projeto de acordo com as exigências do item 7.4, página 2-6, para todas as edificações de uso coletivo com demanda superior a 217 kVA (proteção geral acima de 600 A)
1.10 O atendimento pela Cemig ao pedido de ligação ficará condicionado apenas à apresentação do Formulário para Solicitação de Análise de Rede - Ligação Nova / Aumento preenchido para todas as edificações de uso coletivo com proteção geral.
2. PONTO DE ENTREGA
O ponto de entrega que correponde à conexão do ramal de entrada do consumidor ao sistema elétrico da Cemig, é identificado de acordo com as seguintes situações :
2.1.1 ÁREA URBANA OU RURAL COM REDE DA CEMIG INSTALADA NA VIA PÚBLICA
2.1 RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO
Para atendimento até 95 kVA de demanda em local atendido por rede aérea da Cemig instalada na via pública, o ramal de ligação deve ser aéreo. Neste caso o ponto de entrega est'situado junto ao poste ou pontalete do padrão de entrada da unidade consumidora ou junto à parede da edificação localizados na divisa da propriedade com o passeio público e é representado pela conexão ente os condutores do ramal de entrada embutido e do ramal de ligação aéreo (pingadouro), conforme o Desenho 1, página 7-4.
2.1.2 ÁREA RURAL COM REDE DA CEMIG INSTALADA DENTRO DA PROPRIEDADE RURAL
Para atendimento até 95 kVA de demanda em local atendido por rede aérea da Cemig instalada dentro da propriedade , o ramal de ligação deve ser aéreo. Neste caso o ponto de entrega está situado junto ao ponte do padrão de entrada da unidade concumidora localizada fora da faixa de Servidão conforme o item 3.23, página 1-6 e é representado pela conexão entre os condutores do ramal de entrada embutido e do ramal de ligação aéreo (pingadouro), conforme o Desenho 4, página 7-7.
2.2 RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRANÊO
2.2.1 ÁREA URBANA OU RURAL COM REDE DA CEMIG INSTALADA NA VIA PÚBLICA
Para atendimento à demanda superior a 95 kVA e menor ou igual a 304 kVA em local atendido por rede aérea da Cemig instalada na via pública, o ramal de ligação deve ser subterranêo. Neste caso o ponto de entrega está situado na caixa de inspeção instalada pelo consumidor no passeio público, junto à divisa da propriedade e é representado pela conexão entre os condutores dos ramais de entrada e de ligação subterranêos, conforme ilustrado pelo Desenho 2, página 7-5.
2.2.2 ÁREA RURAL COM REDE DA CEMIG INSTALADA DENTRO DA PROPRIEDADE RURAL
Para atendimento à demanda superior a 95 kVA e menor ou igual a 304 kVA em local atendido por red aeérea da Cemig instalada dentro da propriedade rural , o ramal de ligação deve ser subterranêo . Neste caso o ponto de entrega está situado na caixa de inspeção instalada pelo concumidor fora da faixa de servidão definida no item 3.23 , página 1-6, junto ao padrão de entrada e é representado pela conexão entre os condutores dos ramais de entrada e de ligação subterranêo, conforme ilustrado pelo Desenho 2, página 7-5..Nesse atendimento a caixa de inspeção localizada na base do poste da rede da Cemig bem coma a caixa de inspeção local junto do padrão de entrada(Ponto de Entrega) deve ser conforme o Desenho 84, página 7-91.
2.3 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRANÊO
O ramal de entrada subterranêo deve ser instalado somente nos atendimentos previstos no item 3.3, página 4-13 e no item 2.2, página 2-2
Para o atendimento previsto no item 3.3.b, página 4-13 a montagem do ramal de entrada subterranêo deve ser conforme o Desenho 84, página 7-79.
Para o atendimento previsto no item 3.3.c, página 4-13 a montagem do ramal de entrada subterranêo deve ser conforme os Desenho 84 página 7-58.
O ponto de entrega nos atendimentos com ramal de entrada subterranêo está definido no item 3.3 , página 4-13.
3 TENSÕES DE FORNECIMENTO
O fornecimento de energia é efetuado em uma das seguintes tensões secundárias de baixa tensão :
a) 127/220 V sistema trifásico, estrela com neutro multi-aterrado, frequência 60 Hz
b) 127 254 V sistema monofásico, com neutro multi-aterrado, frequência 60 Hz
4. CRITÉRIOS DE ATENDIMENTO AS EDIFICAÇÕES
Os critérios de atendimento às edificações de uso coletivo e agrupamentos são definidos em função da demanda total utilizada para o dimensionamento dos componentes da entrada de serviço coletiva
4.1 CLASSIFICAÇÕES DAS EDIFICAÇÕES
4.1.1 Edificações de Uso Coletivo com Demanda igual ou inferior a 95 kVA
As edificações de uso coletivo conectadas à rede aérea trifásica devem ser atendidas através de ramal de ligação aéreo , trifásico, de baixa tensão, conforme ilustrado Desenho 1, página 7-4, com ponto de entrega situado no poste particular ou na armação secundária fixada na parede da edificação. A critério da Cemig, para as edificações conectadas à rede secundária bifásica com tranformadores monofásicos, o ramal de ligação pode ser aéreo, bifásico ou trifásico, de baixa tensão.
4.1.2 Edificações de Uso Coletivo com Demanda ente 95 kVA e 304 kVA
As edificações de uso coletivo que se enquadrarem nesta faixa devem ser atendidas por ramal de ligação subterranêo, trifásico, de baixa tensão, conforme ilustrado Desenho 2, página 7-5, com o ponto de entrega situado na caixa de inspeção instalada no limite da via pública com a edificação.
4.1.3 Edificações de Uso Coletivo com Demanda ente 304 kVA e 1500 kVA
As edificações de uso coletivo que se enquadram nesta faixa devem ser atendidas através de ramal de ligação subterranêo, trifásico, em média tensão, para alimentação(s) dos(s) tranformadores da Cemig instalados em câmera construída pelos consumidores dentro dos limites de sua propriedade, conforme ilustrado no Desenho 3, página 7-6. Neste caso, o ponto de entrega situar-se-á nas buchas do secundário do transformador.
4.1.4 Edificações de Uso Coletivo com Demanda Superior a 1500 kVA
Para estas edificações será necessário projeto especial da Cemig para definição do tipo de atendimento aplicável.
4.1.5 Edificações com Unidades Consumidoras com carga Carga Instalada Superior a 75 kW
Nas edificações de uso coletivo, independentemente de sua demanda total, contendo uma ou mais unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW, o atendimento deve ser efetuado em baixa tensão, em conjunto com as demais unidades , de acordo com os critérios anteriores.
4.1.6 Edificações Agrupadas (Agrupamentos)
Aplicam-se a estas edificações , os mesmos critérios estabelecidos anteriormente para as edificações de uso coletivo, servidas, entretanto, por ramais de ligação aéreo com duas ou três fases, dependendo do valor total da carga instalada.
4.2 Dimensionamento da Entrada de Serviço Coletiva.
4.2.1Nas edificações de uso coletivo, o dimensionamento do ramal de ligação, ramal de entrada e proteção geral, deve corresponder a uma das faixas de demanda indicadas nas Tabelas 1A e 1B, página 6-2 e 6-3.
4.2.2Com relação ao dimensionamento dos alimentadores principais e respectivas proteções, devem ser utilizadas as mesmas faixas de demanda nas Tabelas 1A e 1B, página 6-2 e 6-3.
4.2.3As seções mínimas dos condutores devem ser verificadas pelo critério de queda de tensão, obedecidos os seguintes valores máximos a partir do ponto de medição (saída do medidor ou caixa de passagem com energia medida) e até os pontos de utilização da energia :
a) edificações com demanda até 304 kVA : Iluminação...4%
Força.........4%
b) edificações com demanda superior a 304 kVA : Iluminação...6%
Força........8%
Nos limites acima devem ser também consideradas as quedas nos ramais das unidades consumidoras.
4.2.4 Nas edificações agrupadas com até 3 unidades consumidoras atendidas por redes secundárias trifásicas (127/220V) sem proteção geral, a entrada de serviço deve ser dimensionada pelas Tabela 7A e 7B.
4.2.5 Nas edificações agrupadas com até 3 unidades consumidoras atendidas por redes secundárias bifásicas (127/254V) sem proteção geral, a entrada de serviço deve ser dimensionada pela Tabela 8.
4.2.6 Nos casos não previstos nas tabelas 7A e 7B , ou na Tabela 8, (mais de uma unidade consumidora trifásica ou unidade consumidora trifásica com demanda calculada superior a 23 kVA ou ainda mais de três unidades consumidoras atendidas por redes secundárias trifásicas (127V/220V) ou unidade consumidora bifásica com carga instalada superior a 15,1 kW atendida por redes secundárias bifásicas (127 V / 254 V) ou ainda mais de três unidades consumidoras atendidas por redes secundárias bifásicas (127 V/254 V), a entrada de serviço deve ser dimensionada pela demanda total do agrupamento, sendo necessária a instalação de proteção geral, utilizando, utilizando-se as tabelas aplicáveis a edificações de uso coletivo e dos critérios estabelecidos nos itens 1.9 e 1.10 .
5. TIPOS DE FORNECIMENTO ÀS UNIDADES CONSUMIDORAS.
5.1 Os tipos de fornecimento serão definidos em função da carga instalada , da demanda, do tipo de rede e local onde estiver(em) situada(s) a(s) unidades(s) consumidora(s).
5.2 As unidades não enquadradas nos tipos de fornecimento classificados a seguir devem ser objeto de estudo específico pela Cemig, viasano o dimensionamento de todos os componentes da entrada de serviços.
5.3 CLASSIFICAÇÕES DAS UNIDADES CONSUMIDORAS
5.3.1 Tipo A: Fornecimento de energia a 2 fios (Fase - Neutro)
Abrange as unidades concumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuiçao secundárias (trifásicas 127V/22OV ou bifásicas 127V/254V), com carga instalada até 10 kW e da quan não constem :
a) motores monofásicos com potência nominal superior a 2 kVA. b) máquina de solda a tranformador com potência nomimal superior a 2 kVA.
5.3.2 Tipo B: Fornecimento de energia a 3 fios (2 Condutores Fase - Neutro)
Abrange as unidades Consumidoras situadas em áreas urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuiçao secundárias (trifásicas 127V/220V ou bifásicas 127V/254V ), que não enquaram no fornecimento tipo A,com carga instalada até 15 kW e da qual não constém :
a) os aparelhos vetados ao fornecimento tipo A, se alimentados em 127 V;
b) motores monofásicos, com potência nomimal superior a 5 cv, alimentados em 220 V ou 254 V;
c) máquina de solda a tranformador, com potência nominal superior a 9 kVA, alimentada em 220V ou 254V.

5.3.3 Tipo C: Fornecimento de energia a 4 fios (3 Condutores Fase - Neutro)
Abrange as unidades consumidoras urbanas ou rurais a serem atendidas por redes de distribuiçao secundárias trifásicas (127/220V), com carga instalada entre 15,1 kW a 75 kW, que não se enquadram nos fornecimentos tipo A e B e da qual não constem :
a) os aparelhos vetados aos fornecimentos tipo A, se alimentados em 127V;
b) motores monáfasicos com potência nominal superior a 5 cv, alimentados em 220 V;
c) motores de indução trifásicos com potência nominal superior a 15 cv.
NOTA: Na ligação de motores de indução trifásicos com potência nominal superior a 5 cv, devem ser utilizados dispositivos auxiliares de partida , conforme indicado na Tabela 9. As características destes dispositivos estão descritas na Tabela 18
d) máquina de solda tipo motor-gerador, com potência nominal superior a 30 kVA;
e) máquina de solda a tranformador com potência nominal superior a 9 kVA, alimentada em 220V - 2 fases ou 220V - 3 fases em ligação V-v invertida;
f) máquina de solda a tranformador , com potência nominal superior a 30 kVA e com retificação em ponte trifásica, alimentada em 220 V-3 fases.
5.3.4 Tipo F:Fornecimento de Energia a 4 Fios (3 condutores Fase - Neutro)
Abrange as unidades consumidoras individuais com carga instalada superior a 75 kW. Os tipos de aparelhos vetados a este fornecimento correpondem aos mesmos relacionados para o fornecimento tipo C.
5.4 Dimensionamento da Alimentação das Unidades Consumidoras. A proteção individual, a seção dos condutores do ramal de derivação e a medição da cada unidade consumidora devem ser dimensionados de acordo com as Tabelas 3,4 5, 6.
6. CONSULTA PRÉVIA
Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução do seu padrão de entrada, o consumidor deve procurar uma Agência de Atendimento Cemig visando obter, inicialmente, informações orientativas a respeito das condições de fornecimento de energia "a sua unidade consumidora. Estas orientações abrangem as primeiras providdências a serem tomadas pelos projetistas quanto a : a) verificação da posição e tipo de rede de distribuiçao existenteno local, próximo ao imóvel;
b) definição do tipo de atendimento.
c) apresenta de projeto da edificação de uso coletivo ou agrupamento com demanda superior a 217kVA;
d) numeração.
7. PEDIDO DE LIGAÇÃO E PROJETO ELÉTRICO
7.1 REQUISITOS GERAIS
Após realizados os esclarecimentos preliminares aos consumidores sobre condições gerais de fornecimento de energia, a Cemig deve soliciatar-lhes a formalização do pedido de ligação.
A Cemig somente efetuará as ligações de obras, definitivas e provisórias, após a vistoria e aprovação dos respectivos padrões de entrada que devem atender as prescrições técnicas contidas nesta norma.
A Cemig se reserva o direito de vistoriar as instalações elétricas internas da unidade consumidora e não efetuar a ligação caso as prescrições das NBR 5410 e 5419 não tenham sido seguidas em seus aspectos técnicos e de segurança.
7.2 LIGAÇÃO DE OBRAS
Caracteriza-se como ligação de obras , aquela efetuada com medição, sem prazo definido, para atendimento das obras de construção ou reforma da edificação.
O concumidor deve apresentar a relação de cargas a serem utilizadas durante a obra , para a definição do tipo de fornecimento aplicável.
O padrãode entrada pod corresponder a qualquer um dos tipos apresentados pela ND-5.1, sendo o mais indicado o padrão Instalado em poste de açõ.
O atendimento pela Cemig ao pedido de ligação de obras ficará condicionado ainda, à apresentação dos seguintes dados :
a) relação de cargas, para ligação definitiva de agrupamentos com até 3 unidades consumidoras, sem proteção geral Tabelas 7A , 7B e Tabela 8;

b) projeto elétrico aprovado, de acordo com as exigências dos itens 1.10 e 7.4
c) planta(s) de arquitetura, para as edificações com mais de um pavimento e construídas do mesmo lado da rede da Cemig.
7.3 LIGAÇÃO DEFINITIVA
As ligações definitivas correpondem às ligações ds unidades consumidoras, com medição individualizada e caráter definitivo (inclusive a do condomínio), de acordo com um dos padrões indicados nesta norma. Por ocasião da ligação definitiva do condomínio oi de qualquer unidade das edificações agrupadas, a Cemig efetuará o desligamento da ligação de obras.
A ligação de cada unidde consumidora será efetuada pela Cemig, somente após o pedido feito pelos seus respectivos proprietários/consumidores.
7.4 REQUISITOS MÍNIMOS PARA ANÁLISE DO PROJETO ELÉTRICO
Para serem analisados pela Cemig, os projetos elétricos das entradas de serviço das unidades consumidoras (entregues à Cemig, os projetos elétricos das entradas de serviço das unidades consumidoras (entregues à Cemig junto com o pedido de ligação de obras) com demanda superior a 217 kVA devem ser apresentados em qualquer formato ABNT conforme a NBR 5984, em três vias (cópias heliográficas, xerox ou emitidas por impressoras), das quais uma será devolvida , devidamente analisada, ao interessado. Para serem analisados pela Cemig os projetos elétricos devem ser apresentados juntamente com o recolhimento da(s) Anotação(ções) de Responsabilidade Técnica (ART) ao CREA-MG, que cubra(m) a a Responsabilidade Técnica sobre o projeto.
Os documentos devem possuir folha de rosto (para formato A4) ou um espaço (para os demais formatos) de acordo com o ANEXO C, devidamente preenchidos com os dados solicitdos. O proprietário e o(s) responsável(veis) técnicos(s) devem assinar nas cópias , não sendo aceitas cópias de originais previamente assinados. Quando uma pessoa física estiver assinando por uma pessoa jurídica, ela deve estar identificada no projeto elétrico pelo seu nome e pelo seu CPF (Cadastro de Pessoa Física). Os projetos devem conter, no mínimo, as seguintes informações relativas ao imóvel e às suas instalações elétricas :
7.4.1 DADOS DO IMÓVEL NO PROJETO ELÉTRICO
a) Nome, telefone e CPF/CNPJ do proprietário
b) Finalidade (residencial / comercial).
c) Localização (endereço, planta de situação da edificação e do lote em relação ao quarteirão e "as ruas adjacentes com distâncias da e edificação até a rede de baixa e/ou média tensão da Cemig, em escala ou cotas), no caso de unidades consumidoras urbanas, ou planta de situação com indicação do padrão de entrada amarrada topograficamenta a pontos notáveis como rodovias,ferrovias, etc., no caso de unidades consumidoras situadas fora de áreas urbanas. Sempre que a construção for do mesmo lado da rede, o projeto elétrico deve conter a informação das distâncias entre a rede da Cemig (baixa e média tensão) ea edificação. Fazer o desenho longitudinal demostrando marquises, terraços , janelas, avanços da edificação sobre o passeio público, etc., o que for o caso, com suas respectivas distâncias à rede da Cemig ( ou apresentar cópia do projeto arquitetônico, desde que o mesmo contenha estas informações).
d) Número de unidades consumidoras da edificação (por tipo e total).
e) Área útil dos apartamentos residenciais.
f) Número predial da edificação.
7.4.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONSTANTES DO PROJETO ELÉTRICO
a) Resumo da carga instalada, indicando a quantidade de potência dos aquecedores, ar condicionado, chuveiros, motorres, Iluminação (especificando tipo e fator de potência dos reatores) e tomadas por unidade consumidora e respectiva demanda em kVA.
b) Demanda dos apartamentos expressa em kVA.
c) Relação de carga instalada do condomínio (elevadores, bombas d'água, Iluminação - especificando tipo de fator de potência dos reatores tomadas, etc.) bem como a sua demanda em kVA.
d) Diagrama unifilar da instalação, desde o ponto de entrega até a saída das medições, com as respectivas seções dos condutores e eletrodutos,proteção do ramal de entrada, alimentadores e ramais de derivação, consideradando o equilíbrio de fase dos circuitos.
e) Desenho e planta de localização do(s) centros(s) de medição , observadas as prescrições do item 2, Capítulo 3, página 3-5 e item 1.3, Capítulo 4, página 4-1.
f) Diagrama unifilar detalhado da geração própria, do sistema de emergência e/ou sistema de combate prevenção a incêndio e o detalhamento das suas características de funcionamento.
g) Desenho do(s) QDG(s), caixas de proteção, derivação, medição, poste de açõ, ancoragem do ramal de ligação e haste de aterramento. h) Memórias dos cálculos efetuados da demanda provável em kVA e kW (considerando, no mínimo, fator de potência igual a 0,92; esse cálculo de responsabilidade exclusiva do engenheiro RT (responsável técnico) pelo projeto , deve comtemplar todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo.
7.4.3 RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO PROJETO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
a) Nome, número de registro do CREA-MG e assinatura (indelével e de próprio punho aposta nas cópias do projeto) dos(s) responsável (veis) pelo projeto das instalações elétricas.
b) Recolhimento da(s) Anotação(ções) de Responsabilidade Técnica (ART) ao CREA-MG, que cubra(m) a Responsabilidade Técnica sobre o projeto.
c) A análise do projeto elétrico ficará condicionada "a apresentação das (ART) ao CREA-MG, que cubra(m) a Responsabilidade Técnica sobre o projeto.
d) Apresentar juntamente com o projeto correspondência atestando a preservação dos direitos autorais ou incluir nota no projeto elétrico com o os seguintes dizeres :
"Eu, responsável técnico por este projeto, declaro conhecer o disposto na Lei Federal 5194/66, na Lei 9610/98 de 19-02-1998 e nas Resoluções , Instruções Normativas e Atos do CONFEA e do CREA-MG, responsabilizando-me, única e exclusivamente, administrativa ou judicialmente, em caso de arguição de violação dos direitos autorais".
7.4.4 OUTRAS INFORMAÇÕES PARA ANÁLISE DO PROJETO ELÉTRICO
a) Não pode ser apresentado o projeto elétrico de detalhes das instalações internas da unidade consumidora (a partir da saída do padrão de entrada).
b) O responsável técnico ou cliente receberá da Cemig uma via do projeto elétrico analisado.
c) No caso de não execução do projeto já analisado pela Cemig , no prazo de 12 meses, o cliente deve revisá-lo conforme a norma Cemig ND-5.2 vigente e deve encaminhá-lo para nova análise da Cemig.
d) No caso de necessidade de alterações do projeto elétrico já analisado pela Cemig é obrigatório encaminhar o novo projeto para análise pela Cemig.
e) A Cemig terá um prazo de 15 (quinze) dias úteis , a contar da data do protocolo de entrada do projeto, para análise do mesmo.
f) No projeto elétrico devem constar, no mínimo, as seguintes notas:
1) A Cemig fica autorizada a reproduzir cópias desse projeto para uso interno, se necessário, bem como fazer arquivamento pelo processo que lhe lhe for conveniente
2) As informações / detathes não contidos neste projeto estão de acordo com a norma Cemig ND-5.2.
3) A carga declarada no projeto estará disponível para conferência no ato da ligação.
g) A Cemig pod exigir que sejam fornecidos para cada motor os seguintas dados : tipo de motor, potência, tensão, corrente de partida, corrente nominal, relação Ip/In, fator de potência na partida, fator de potência em regime, tempo de rotor bloqueado, nro de pólos, tipo de carga acionada, tempo de aceleração,nro de terminais disponíveis na caixa de ligação, número de partidas (por hora, por dia, etc,) ordem de partida dos motores (em caso de partida sequencial de dois ou mais motores), simultaneidade de partida (relacionar motores que partem simultaneamente), potência e impedância percentual do transformador que irá alimentar esse motor, dispositivo de partida a ser empregado e ajustes do dispositivo de partida, etc. A falta de algum desses dados pode prejudicar a análise da Cemig. Se necessário, outras informações sobre os motores podem ser solicitadas.
h) Devem ser relacionadas ainda eventuais cargas sensíveis a flutuações de tensão.

7.4.5 OBSERVAÇÃO
O projeto elétrico é apenas uma das etapas necessárias para ligação da unidade consumidora. Após sua análise, e sendo o mesmo julgado conforme, outras etapas terão que ser implementadas, exigindo novas interações entre o interessado e a Cemig. Essas etapas são principalmente as relativas a :
1) Eventual necessidade de extensão/modificação de rede Cemig, com análise técnica e comercial, podendo haver custos para o interessado, na forma da legislação (isso inclui apresentação de orçamento, recebimento, assinatura de carta-acordo, elaboração e execução do projeto de extensão/modificação).
2) Pedido de vistoria e ligação da unidade consumidora.
Todas essas etapas são sucessivas e podem envolver o cumprimento de prazos legais, motivo pelo qual o interessado deve apresentar o projeto elétrico o projeto elétrico da unidade consumidora à Cemig com a a devida antecedência em relação ao mês/ano desejado para ligação.

8. AUMENTO DE CARGA
8.1 Aumentos de carga devem ser solicitados à Cemig para análise das modificações que se fizerem necessárias na rede e no padrão de entrada.
8.2 No caso de haver previsão futura de aumento de carga, permite-se ao consumidor instalar caixa para medição polifásica, bem como dimensionar eletrodutos, condutores e poste/pontalete em função da carga futura, O número de condutores fase e o disjuntor devem ser compatíveis com o tipo de ligação do padrão de entrada.
8.3 Na ocasião do pedido de aumento de carga, o consumidor deve alterar a proteção e instalar os demais condutores fase com as mesmas carcterísticas dos condutores fase exixtentes, sujeitando-se, então, às condições do pedido de ligação.

9. GERAÇÃO PRÓPRIA E SISTEMAS DE EMERGÊNCIA.
9.1 Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema elétrico da Cemig.
Para evitar tal paralelismo, nos projetos das instalações elétricas das edificações de uso coletivo ou agrupamentos contendo geradores, deve constar a instalação de uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico, com intertravamento mecãnico, separando os circuitos do gerador particular da rede de distribuição da Cemig.
9.2 Este equipamento deve ser previamente aprovado pela Cemig e deve ser lacrado por ocasião da ligação definitiva do condomínio ou de qualquer unidade consumidora do agrupamento. Ao consumidor somente será permitido o acesso ao dispositivo de acionamento do mesmo.
9.3 No caso de circuitos de emergência, supridos por geradores particulares , os mesmos devem ser instalados independentemente dos demais circuitos , em eletrodutos exclusivos, passíveis de serem vistoriados pela Cemig.
9.4 O sistema de geração própria deve abranger todas as unidades consumidoras do agrupamento.
10. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
10.1 As normas municipais que regulamentam as exigências para as instalações de prevenção e combate a incêndios em edificações de uso coletivo, estabelecem que os conjuntos motobombas de recalque devem ser alimentados por circuito elétricos independentes , de forma a permitir o desligamento de todas as instalações elétricas, do consomínio e demais unidades consumidoras, sem prejuízo do funcionamentos dos conjuntos motobombas.
10.2 Visando atender estas exigências a Cemig estabelece as seguintes prescrições para a ligação das cargas do condomínio das edificações que contenham sistema hidráulico de combate a incêndio com bomba de recalque (sprinklers e hidrantes internos dotados de mangueira e esquicho):
a) após a medição do condomínio , deve(m) ser instalados QDC(s) separando os circuitos de Iluminação, elevadores e força, dos circuitos do conjuntos motobombas;
b) no(s) QDC(s) do consomínio devem ser colocadas plaquetas indicativas com Instruções para desligamento das devidas proteções, em caso de emergência/incêndio. Quando tiver projeto elétrico, o conteúdo dos dizeres contidos nas plaquetas tamém deve ser mostrado nesse projeto.
c) A ligação da medição de condomínio deve ser conforme o item 2.1.4, página 4-7.
10.3 Em projeto cuja proteção geral seja constituída por vários disjuntores, a carga do consomínio pode ficar ligada exclusivamente a um ou mais disjuntores independentes da proteção geral do restante da edificação, desde que haja concordância da Cemig (ver Desenho 84 , página 7-54).
10.4 A Cemig pode exigir que o cliente ou responsável técnico apresente declaração do Corpo de Bombeiros informando que, para aquele edifício, o sistema de prevenção e combate a incêndio é obrigatório pela postura municipal.
11. DESMEMBRAMENTO DE MEDIÇÕES
11.1 A edificação que , a qualquer tempo, venha a ser subdividida e transformada em edificação com atendimento híbrido, não é necessária a apresentação do projeto elétrico bem como o Formulário para Solicitação de Análise de Rede - Ligação Nova/Aumento de Carga atualizando o desligamento de uma ou mais unidades consumidoras desde que não haja alteração de carga de nenhuma das unidades consumidoras.
11.2 As instalações elétricas internas das unidades consumidoras que resultarem da subdivisão de qualquer propriedade, devem ser alteradas visando adequá-las à medição proteção individualizadas, observadas as condições não permitidas, indicadas no Capítulo2, item 12, página 2-10.
11.3 As unidade consumidora de uso indivídual urbana ou rural pode ser dividida e tranformada numa unidade consumidora de uso coletivo. Nesse caso o padrão deve ser modificado para a instalação de medições individualizadas e o atendimento deve ser por uma única entrada de serviço dimensionada de acordo com a ND-5.2 (Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Rede de Distribuiçao Aérea - Edificações Coletivas).
11.4 Caso a unidade consumidora de uso individual, que é atendida por padrão de entrada com poste de concreto com medição incorporada, solicite o desmembramento de medições, é necessário construir novo padrão de entrada conforme a ND-5.2 separado desse poste do padrão de entrada atual.
12. CONDIÇÕES NÃO PERMITIDAS
As seguintes situações não são permitidas, sob pena de suspensão/recusa do fornecimento de energia elétrica:
12.1 interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras, mesmo que o fornecimento seja gratuito.
12.2 interferência de pessoas não credenciadas pela Cemig aos seus equipamentos de medição, inclusive violação de lacres.
12.3 instalação de condutores conduzindo energia não medida na mesma tubulação contendo condutores condutores conduzindo energia já medida.
12.4 medição única a mais de uma unidade consumidora ou mais de uma medição em uma única unidade consumidora.
12.5 ligação de cargas com potência nominal acima dos limites estabelecidos para o tipo de fornecimento existente na unidade consumidora.
12.6 ligação de cargas que não constem da relação apresentada e que venha a introduzir pertubações indesejáveis na rede da Cemig , tais como flutuações de tensão, rádio interferência (aparelhos de raios-X, equipamentos de eletrogalvanização, etc) e harmônicos. Neste caso a Cemig notificará o consumidor que as alterações necessárias em seu sistema elétrico para o atendimento a tais cargas , serão executadas às expensas do consumidor.
12.7 unidade consumidora com dois níveis de tensões.
12.8 deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que ofereça risco eminente de danos a pessoas ou bens, inclusive ao funcionamento do sistema da concessionária.
12.9 não pode ter condutor sobrando (desenergizado) dentro do eletroduto no ramal de entrada (energia não medida) e de saída (energia medida).
12.10 disjuntor imcompatível com o tipo de fornecimento.
13 SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA
13.1 A Cemig pode suspender o fornecimento de energia elétrica de imediato quando verificar a ocorrência das seguintes situações:
a) ocorrência de qualquer procedimento cuja responsabilidade não lhe seja atribuída e que tenha provocado faturamento inferior ao correto, ou no caso de não haver faturamento;
b) revenda ou fornecimento de energia elétrica a terceiros sem a devida autorização federal;
c) ligação clandestina, religação à revelia, e deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora, que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens, inclusive ao funcionamento do sistema elétrico Cemig; ou
d) em eventual emergência que surgir em seu sistema.
13.2 A Cemig também deve suspender o fornecimento de energia elétrica após prévia comunicação formal ao consumidor, nas seguintes situações:
a) Por atraso do consumidor no pagamento da fatura relativa à prestação de serviço público de energia elétrica;
b) Por atraso deo consumidor no pagamento de despesas provenientes de serviços prestados pela Cemig;
c) Por existência de equipamento que ocasione pertubarbações ao sistema elétrico de distribuição;
d) Por aumento de carga não autorizado pela Cemig;
e) Por deficiência técnica e/ou de segurança das instalações elétricas da unidade concumidora;
f) Quando encerrado o prazo acordado com o consumidor para o fornecimento provisório , e o mesmo não tiver atendido às exigências para a ligação definitiva;
g) Por travessia deo ramal de ligação sobre terrenos de terceiros;
h) Por dano ocasional em equipamento de medição pertencente à Cemig;
i) Por qualquer modificação no dimensionamento geral da proteção , sem autorização da Cemig;
j) Se for vedada a fiscalização da medição; ou
k) Quando existir algum empecilho tais como veículos, material de construção , móveis, etc, que dificulte ou impeça o acesso às medições.
14. MUDANÇA DE LOCAL OU CORTE PARA CONSERTO DO PADRÃO DE ENTRADA
14.1 No caso de mudança de local para conserto do padrão de entrada sem proteção geral não é necessária a apresentação do projeto elétrico bem como Formulário para Solicitação de Análise de Rede - Ligação Nova/Aumento de Carga desde que não haja alteração de carga de nenhuma das unidades consumidoras e/ou mudança da rede da Cemig onde o padrão é ligado atualmente. Caso contrário, o atendimento fica condicionado à apresentação do projeto elétrico para atendimento à demanda superior a 217 kVA ou Formulário citado anteriormente para demanda até 217 kVA bem como a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de projeto.
14.2 No caso de mudança de local ou corte para conserto do padrão de entrada com proteção até 600 A não é necessária a apresentação do projeto elétrico, mas é obrigatório a apresentação deo Formulário para Solicitação de Análise de Rede - Ligação Nova/Aumento de Carga preenchido bem como a ART ( Anotação de Responsabilidade Técnica) do projeto.
14.3 No caso de mudança de local ou corte para conserto do padrão de entrada com proteção geral acima de 600 A é obrigatória a apresentação do projeto elétrico conforme o item 7, página 2-5 bem como a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de projeto.
14.4 As alterações no padrão de entrada nos casos de mudanca de local e corte para conserto devem atender os critérios definidos nessa norma.

3. INSTALAÇÕES DE RESPONSABILIDADE DA CEMIG
1. RAMAL DE LIGAÇÃO
1.1 GERAL
A aquisição, instalação e manutenção do ramal de ligação é feita exclusivamente pela Cemig, a partir da estrutura da rede por ela determinada, de acordo com as prescrições estabelecidas para cada tipo de ramal.
Toda edificação de uso coletivo ou agrupamento deve ser atendido através de um único ramal de ligação, de acordo com os critérios definidos no Capítulo 2, item 2, página 2-1.
1.2 RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO
A instalação do ramal de ligação aéreo deve ser efetuada nos atendimentos dos agrupamentos e de edificações de uso coletivo através de rede de distribuiçao aérea com demanda igual ou menor que 95 kVA, independentemente da unidade consumidora estar localizada do mesmo lado ou lado contrário da rede da Cemig.
1.2.1 REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO
1.2.1.1 O ramal de ligação pode entrar por qualquer lado da edificação desde que não corte terreno de terceiros e que seja de fácil acesso para as equipes de construção, manutenção e operação da Cemig.
1.2.1.2 Os condutores do ramal devem ser instalados de forma a se obter as seguintes distâncias mínimas, medidas na vertical entre o ponto de maior flecha e o solo (ver Desenho 1, página 7-4);
a) em áreas urbanas

- ruas, avenidas..................................................................5,50 metros

- vias públicas exclusivas de pedestres...........................................3,50 metros

- entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos..................4,50 metros


b) em áreas rurais

- vias exclusivas de pedestres (Nota c)............................................6,00 metros

- Estradas rurais e áreas de plantio com tráfego de máquinas agrícolas.............6,00 metros

c) em rodovias federais............................................................7,00 metros

d) em ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis.............................6,00 metros

NOTAS:
a) Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de 12 metros para tensões até 36 kV;
b) Em rodovias estaduais, a distância mínima do condutor ao solo deve obedecer à legislação específica do órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual , obedecer aos valores citados acima.
c) Está distância no item 3 , página 3-1 da ND-2.2 (Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Rurais), versão setembro/2012. As demais distância são definidas pela NBR 15688/2012.
1.2.1.3
Os valores máximos das flechas dos condutores do ramal de ligação devem ser compatíveis com as alturas mínimas acima indicadas e com as trações de montagem recomendadas pela Tabela 19, página 6-24.
1.2.1.4 O comprimento máximo do ramal de ligação em área urbana é de 30 metros medidos a partir da base do poste Cemig até a divisa da propriedade do consumidor com a via pública (ponto de entrega), onde deve ser previsto um poste ou outro sistema previsto nesta norma para ancoragem e conexão do ramal de ligação ao ramal de entrada.
1.2.1.5 O comprimento máximo do ramal de ligação é 30 metros medidos a partir da base do poste da Cemig atéo o padrão de entrada do consumidor.
1.2.1.6 Na instalação do ramal é exigido que seus condutores :
a) não cortem terrenos de terceiros;
b) não passem sobrea áreas construídas;
c) devem ficar fora do alcance de janelas, sacadas, telhados , terraços, muros, escadas, saídas de incêndio ou locais análogos;
d) devem ficar a uma distância horizontal igual ou superior a 1,20 metros de janelas;
e) devem ficar a uma distância vertical igual ou superior a 3,50 metros acima do piso de sacadas, terraços ou varandas;
f) devem ficar a uma distância vertical igual ou superior a 0,50 metro abaixo do piso de sacadas, terraços, varandas ou telhados (beiral);
g) devem ter afastamento mínimo de 0,50 m de fios e cabos de telefonia.
1.2.1.7 Antes da ligação a estabilidade mecânica do poste da rede (escolhido para instalação do ramal de ligação) e a disponibilidade de carga no sistema devem ser vrificadas junto ao setor de Projeots e Obras antes da ligação.
1.2.1.8 Quando da ligação do padrão de entrada deve ser efetuado o teste de resistência mecânica com o dinamômetro

1.2.2 CONDUTORES E ACESSÓRIOS
1.2.2.1 Os cabos do ramal de ligação aéreo são do tipo multiplex, constituídos por um , dois ou três condutor(es) de alumínio isolado(s) com função de condutor(es) fase, torcido(s) em torno de um condutor de alumínio nu, com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação dos demais.
Os cabos multiplex por tipo de ligação são os seguintes :
a) ligação 2 fios : duplex, com isolação do condutor em PE-70 C para 0,6 kV/1kV e condutor neutro, de alumínio simples;
b) ligação a 3 fios : triplex, com isolação e tipo de neutro idênticos aos duplex;
c) ligação a 4 fios: quadruplex, com isolação dos condutores em XLPE-90 C para 0,6 kV/1 kV e condutor de alumínio-liga.
1.2.2.2 O dimensionamento dos cabos multiplex para os diversos tipos de fornecimento deve ser feito de acordo com as Tabelas 1A, 2, 6, 7a, 7B e 8.
1.2.2.3 Para fixação do cabo multiplex na parede da edificação ou no poste/pontalete do consumidor, deve ser utilizado um dos seguintes sistemas de ancoragem (ver Desenho 64
a) parafuso olhal, para instalação em poste ou pontalete;
b) armação secundária de um ou dois estribos, de aço, zincada por imersão a quente, com isolador tipo roldana para instalações em poste, pontalete ou parede; c) chumbador-olhal, para instalação em parede.
1.2.2.4 O encabeçamento do condutor neutro do cabo multiplex no poste da Cemig e no padrão de entrada do consumidor, deve ser feita através de alças preformadas, de acordo com a ND-2.1 e detalhes do Desenho 5, respectivamente.
1.2.2.5 As conexões das fases do ramal de ligação à rede secundária isolada devem ser executadas através de conectores tipo perfuração, cuja instrução de montagem se encontra na ND-2.7 (Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Isoladas). As conexões do condutor neturo do ramal de ligação devem ser executadas através de conectorres tipo cunha de cobre (seções até 70 mm, inclusive) e de compressão formato H (seções acima de 70 mm), de acordo com a ND-2.1 (Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Urbanas).
1.2.2.6 As conexões do ramal de ligação à rede secundária nua devem ser executadas através de conectores tipo cunha de cobre (seções até 70 mm, inclusive) e de compressão formato H (seções acima de 70 mm), de acordo com a ND-2.1.
1.2.2.7 As conexões do ramal de ligação ao ramal de entrada devem ser feitas através de conectores tipo cunha de cobre ou de perfuração (seções até 35 mm, inclusive), de compressão forma H (seções acima de 70 mm) ou de perfuração para seções até 95 mm.

1.3 RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRANÊO
A instalação do ramal de ligação subterranêo deve ser efetuada somente nos atendimentos através de rede de distribuição subterranêa e nos atendimentos através de rede de distribuiçao aérea para uma demanda maior que 95 kVA e menor ou igual a 304 kVA.
1.3.1 REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO
1.3.1.1 Na instalação do ramal de ligação subterranêo é exigido que seus condutores :
a) não cortem terrenos de terceiros;
b) não sejam enterrados diretamente no solo;
c) não apresentem emendas dentro de dutos e caixas intermediárias de inspeção; somente na caixa de inspeção localizada na divisa da propriedade do consumidor com o passeio publico (ponto de entrega) existirá uma emenda que será entre o ramal de ligação e o ramal de entrada para os atendimentos com ramal de ligação subterranêo em baixa tensão;
d) não apresentem emendas dentro de dutos e caixas intermediárias de inspeção até a bucha primária do tranformador para os atendimentos com ramal de ligação subterranêo em baixa tensão.
1.3.1.2 O ramal de ligação subterrâneo deve entrar preferencialmente pela frente da edificação, respeitando-se as posturas municipais quando cruzar vias públicas com trânsito de veículos. No caso de edificações situadas em esquina. é permitida a ligação por qualquer um dos lados da propriedade.
1.3.1.3 O comprimento máximo é de 30 m, medidos oa partir da rede de distribuiçao da Cemig até a caixa de passagem (ramal de ligação de baixa tensão) ou câmara subterrânea (ramal de ligação de média tensão - buchas de média tensão do transformador), localizada junto a divisa da propriedade com a via pública.
1.3.1.4 Os condutores do ramal de ligação subterrâneo devem ser fisicamente protegidos desde a derivação da rede da Cemig até a primeira caixa de passagem localizada junto ao poste da rede da Cemig ou na divisa da propriedade particular com o passeio público por eletrodutos de aço por imersão a quente popularmente conhecido como "eletroduto pesado" conforme as características constantes da NBR 5598 ou NBR 5597 e do Desenho 74.
1.3.1.5Os condutores do ramal de ligação subterranêo devem ser fisicamente protegidos entre as caixas de passagem localizadas no passeio público (ramal de ligação em baixa tensão) ou câmara subterrânea (ramal de ligação em média tensão - Buchas de média tensão do tranformador) por eletroduto de PVC rígido conforme as características constantes do Desenho 72, espiralado corrugado flexível em polietilileno de alta densidade conforme a NBR 13898 (somente podem ser utilizados os dutos aprovados pela área de rede de distribuiçao elétrica) e as carcterísticas constantes do Desenho 73 ou eletrodutos de aço por imersão a quente popularmente conhecido como "eletroduto pesado" conformer as características constantes da NBR 5598 ou NBR 5597 e do Desenho 74.
1.3.1.6 O(s) eletroduto(s) de aço instalados na descida junto ao poste da Cemig deve(rão) ser identificado(s) com o(s) números(s) da(s) respectiva(s) edificação(ões) de forma legível e indelével e deve(rão) ser instalado(s) conforme indicado no Desenho 48.
1.3.1.7 As conexões subterranêas devem ser isoladas através da aplicação de fitas auto-fusão e isolante.
1.3.1.8 O(s) eletroduto(s) que protege(m) o ramal de ligação deve(m) ser envelopados(s) com concreto e após o envelopamento deve ser colocada uma faixa de advertência de acordo com os Desenhos 48 e 61.
1.3.1.9 O ramal de ligação subterranêo deve ser tão retilíneo qunto possível , com inclinação mínima de 0,5 % para as caixa de inspeção (de tal forma que quando for executada a drenagem das caixas não haja acúmulo de água nos mesmos), instaladas de acordo com os requisitos do Capítulo 4 ,item 9.1, página 4-24.
1.3.1.10 Deve ser prevista caixa de inspeção nos seguintes pontos conforme Desenho 48 :
a) No passeio público ou dentro da fazenda rural junto ao poste da rede da Cemig quando houver travessia de via pública ou quando a distância entre o poste e a caixa instalada junto à divisa for superior a 20 metros.
b) Em alternativa a curva de 90 (Situação no 2), desde qua a distância entre a caixa junto ao poste e o local da curva de 90 seja superior a 15 metros.
1.3.1.11 O reaterro pode ser feito com o próprio material retirado da vala, sob o passeio ou via pública, isento de elementos que possam danificar os eletrodutos durante a compactação da vala.
1.3.1.12 O revestimento deve ser executado com materiais de mesma qualidade , tipo e aparência dos existentes anteriormente, utilizando-se técnicas adequadas de modo a evitar deformações no passeio ou via pública.
1.3.1.13 Devem ser deixadas, no interior das caixas de inspeção , folga de 1,0m de comprimento dos condutores. Em caso de curva nos eletrodutos, o raio mínimo deve ser de 8 vezes o diâmetro do cabo.
1.3.1.14 Podem descer até quatro eletrodutos com circuitos de energia elétrica por poste da rede da Cemig, correspondendo a até seis ramais de entrada ou de ligação subterranêos, desde que a soma das demandas dos diferentes ramais subterranêos não ultrapasse 304 kVA. No pé do poste deve ter apenas uma caixa de passagem compartilhada.

1.3.2 RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRANÊO EM BAIXA TENSÃO
Além dos requisitos para instalação, o ramal de ligação subterranêo em baixa tensão, para atendimento das edificações com demanda ente 95 e 304 kVA deve atender ainda as seguintes exigências:
1.3.2.1 os condutores fase e neutro devem ser cabos unipolares de alumínio, isolados com XLPE - 90 C para 0,6/1kV.
1.3.2.2 O condutor neutro deve ser marcado de foram indelével, visando diferenciá-lo dos demais condutores.
1.3.2.3 A conexões das fases do ramal de ligação à rede secundária isolada devem ser executada através de conectores tipo perfuração, cuja instrução de montagem se encontra na ND-2.7(Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Isoladas)). As conexões do condutor neutro do ramal de ligação devem ser executadas através de conectores tipo cunha de cobre (seções até 70 mm, inclusive) e de compressão formato H (seções acima de 70 mm), de acordo com a ND-2.1 (Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Urbanas).
1.3.2.4 As conexões do ramal de ligação à rede secundária nua devem ser executadas através de conectores tipo cunha de cobre (seções até 70 mm, inclusive) e de compressão formato H (seções acima de 70mm), de acordo com a ND-2.1
1.3.2.5 As conexões do ramal de ligação ao ramal de entrada devem ser feitas através de conectores tipo cunha de cobre ou de perfuração (seções até 35mm, inclusive) e de compressão formato H (seções acima de 35 mm).
1.3.2.6 O dimensionamento dos condutores e respectivos eletrodutos estão indicados nas Tabelas do Capitulo 6.
1.3.2.7 Quando o ramal for constituído por mais de um condutor por fase , deve ser distribuído nos eletrodutos de tal forma que em cada eletroduto passe um circuito trifásico completo (fases A, B, C e neutro)>
2. ATENDIMENTO À DEMANDA SUPERIOR A 304 kVA
2.1 O atendimento à demanda superior a 304 kVA deve ser através de rede de média tensão da Cemig até o tranformador(es) localizado(s) dentro da câmara de tranforção suberrânea conforme Desenho 3.
2.1 Não terá o ramal de ligação, pois o Ponto de Entrega será no secundário do(s) tranformador(es) da Cemig.
3. MEDIÇÃO
3.1 ASPECTOS GERAIS
3.1.1 Os equipamentos de medição, tais como, medidores de energia, transformadores de corrente e chaves de aferição da Cemig, somente serão instalados e ligados após vistoria e aprovação do padrão de entrada.
3.1.2 Nas Tabelas 5 e 6 são apresentadas para cada faixa de fornecimento, as relações de "corrente nominal/corrente máxima", pertinentes aos medidores de kWh e de transformação para os TC.
3.1.3 Os critérios de aplicação e de ligação dos equipamentos de medição devem seguir as orientações da ND-5.6 e dos Desenhos 44, 45 e 46.
3.1.4 Os medidores eletrônicos utilizados em unidades consumidoras, exceto as unidades consumidoras irrigantes, devem ter sua alimentação derivada após a proteção geral da instalação conforme o Desenho 44.
3.1.5 os medidores eletrônicos utilizados em unidades consumidoras irrigantes devem ter sua alimentação derivada antes da proteção geral da insatalação conforme os Desenhos 45 e 46.
3.1.6 No caso das edificações de uso coletivo que contenham alguma unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW (tipo F), a Cemig pode instalar medição de energia reativa e demanda, visando :
a) controle de fator de potência;
b) controle de utilização da carga:
c) permitir a(s) unidades(s) das edificações situadas em área com futura implantação de rede subterrânea, optar pela tarifa especial de subterrâneoa (AS).
3.1.1 As unidades consumidoras tip F, que pertencerem a edificações situadas em áreas atendidas por RDS ou com previsão de vir a sê-lo, podem requerer junto a Cemig a opção pela tarifa binômia subgrupo AS.


4. TRANSFORMADOR E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
4.1 Nos atendimentos a edificações com demanda até 304 kVA, a instalação dos transformadores e seus rescpectivos equipamentos de proteção devem atender os critérios da ND-3.1 e aos padrões da ND-2.1.
4.2 No caso das edificações com demanda superior a 304 kVA, as montagens eletromecânicas dos equipamentos no interior das câmeras estão detalhadas nos Desenhos 49 e 50.
4.3 Na estrutura de derivação da rede aérea devem ser intalados pára-raios e chaves fusíveis (em alternativa à chave primária da câmara).
4.4 No secundário do transformador subterrâneo deve ser prevista caixa estanque, com barramentos, visando a conexão dos condutores do ramal de entrada.

5. RESERVA DE DIREITO
5.1 Quando da entrega da câmara càmara à Cemig, esta garantirá ao consumidor o fornecimento em tensão secundária, até o limite da demanda prevista e aprovada em projeto. Porém , caso haja a necessidade , a Cemig se reserva o direito de utilização das eventuais sobras de potência instalada na câmara, para ligação de edificações vizinhas, se necessário, ou mesmo interligá-las com a sua arede aérea, se julgar conveniente.
6. PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES
Os critérios para instalação de pára-raios de baixa tensão pela Cemig, visando a proteção contra sobretensões de unidades consumidoras localizadas em áreas urbanas e rurais com níveis ceráunicos mais elevados, estão detalhados na ND-3.1 e ND-3.2.
independentemente da instalação desta proteção o consumidor pode instalar , a seu critério , varistores em suas instalações elétricas internas (após a medição e necessariamente após/fora da caixa de medição e/ou medição e proteção), observando-se as prescrições das NBR 5410 e 5419.

INSTALAÇÕES DE RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR
1. ASPECTOS GERAIS
1.1 AQUISIÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
1.1.1 Os materiais e equipamentos do(s) centro(s) de medições (ferragens , isoladores tipo roldana, condutores e eletrodutos do ramal de entrada , caixas para medição e de inspeção, disjuntores, e hastes e condutores de aterramento, etc.) devem ser adquiridos pelo consumidor.
1.1.2 Na aquisição de caixas para medição, proteção e derivação , de disjuntores termomagnéticos e hastes de aterramento , somente são aceitos os modelos aprovados pela Cemig e relacionados no Manual deo Consumidor n 11 "Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrão de Entrada", com atualização e edição periódica disponíveis nas Agências de Atendimento e no endereço eletrõnico www.cemig.com.br (dentro da página acesse Atendimento depois Normas Técnicas depis PEC11).
1.1.3 Os demais materiais, apesar de não serem previamente aprovados, devem atender às especificações mínimas, indicadas nos Desenhos do Capítulo 7, sendo passíveis de fiscalização e recusa pela Cemig.
1.1.4 É recomendável que a aquisição dos materiais, bem como a a construção do padrão de entrada, sejam realizados após aprovação do projeto elétrico pela Cemig para os atendimentos com demanda superior a 217 kVA, visando eliminar quaisquer problemas decorrentes de eventuais modificações nos projetos elétrico e civil.
1.2 CONSTRUÇÃO DO(S) CENTROS DE MEDIÇÃO
1.2.1 A instalação dos materiais que compôem o(s) centro(s) de medição, bem com as obras civis necessárias 1.2.2 No caso das edificações de uso coletivo com demanda superior a 304 kVA, todas as obras civis da câmara subterranêa e do aterramento devem ser também executados pelos consumidores.
1.2.3 O(s) centro(s) de medição construído em área de Preservação Permanente (APP) somente pode ser ligado com a apresentação de autorização do órgão ambiental.
1.2.4 As marquises não devem excedera a 60 centímetros de avanço aquando da instalação de ramal de ligação aéreo.
1.2.5 As conexões dentro das caixas de medição devem ser isoladas , através da aplicação de fitas auto-fusão e isolante. Opcionalmente pode ser utilizada massa para isolamento elétrico.
1.2.6 Em área rural o(s) centro(s) de medição (padrão de entrada) deve ser construído fora das faixas de servidão (faixas de segurança) conforme especificado no item 3.23 página 1-6.
1.2.7 Quando o padrão de água for instalado próximo do centro de medição deve existir uma distrância mínima de 30(trinta) centímetros no sentido horizontal entra as caixas de medição localizadas nas extremidades desse centro e o padrão de água. Além disso , o padrão de água não pode ser construído na mesma direção vertical das caixas de medição.
1.3 LOCALIZAÇÃO
1.3.1 O(s) centro(s) de medição com proteção geral deve(m) ficar localizado(s) na parte interna da edificação, n pavimento ao nível da via pública, au uma distância máxima de 15(quinze) metros da divisa da via pública, ou no pavimento imediatamente inferior ou superior ao nível da via pública, em local de fácil acesso a qualquer hora conform os Desenhos 1, 2, e 3, páginas 7-3, 7-4 e 7-5.Desta forma, a distância máxima a ser percorrida dentro da propriedade do consumidor para acesso a esse centro de medição deve ser de 15 (quinze) metros a partir do passeio público
1.3.2 Não é permitida a instalação do centro de medição em locais sem iluminação, sem condições de segurança e de difícil acesso, tais como :
a) escadas e rampas;
b) interiores de vitrines; c) áreas entre prateleiras; d) locais sujeitos a gases corrosivos, inundações e trepidações excessivas;
e) proximidades de máquinas, bombas, reservatórios, fogões e caldeiras.
1.3.3 O centro de medição com até (três) caixas sem proteção geral deve ser construído na divisa da propriedade com o passeio público e com a leitura voltada para o passeio público. Deve ser previsto um portâo de acesso a , no máximo, 5 (cinco) e com a leitura voltada para o passeio público. Deve ser previsto um portão de acesso a, no máximo , 5 (cinco) metros desse centro de medição. Desta forma, a distância máxima a ser percorrida dentro da propriedade do consumidor para acesso de medição.Desta forma, a distância máxima a ser percorrida dentro da propriedade do consumidor para acesso a esse centro de medição dev ser de 5 (cinco) metros a partir do passeio público.
1.3.4 Ocorrendo modificações na edificação que tornem o local da medição incompatível com os requisitos já mencionados, os consumidores devem preparar novo local para a instalação dos equipamentos da Cemig.
1.3.5 Todos consumidores devem ter acesso físico e dirto ao padrão de entrada de usa unidade, limitando-se aos dispositivos de proteção. Somente as equipes da Cemig podem ter acesso aos equipamentos de medição.
1.3.6 Para atender as alturas indicadas nos desenhos do Capítulo 7 entre a caixa de medição e o piso não pode ser construído patamar no passeio público. Caso necessário, o piso no lado interno da unidade consumidora deve ser rebaixado.
1.3.7 Não é permitida a instalação do centro de medição em área de recuo que representa um aextensão do passeio público, exceto se a prefeitura local permitir que o padrão de entrada seja construído nesta área.
1.3.8 O(s) centro(s) de medição não podem ser construídos em local sujeito à trepidação ou efeito de gás corrosivo ou sobre tubulções de água ou gás.
1.4 CONSERVAÇÃO DO(S) CENTRO(S) DE MEDIÇÃO.
1.4.1 Os consumidores ficam obrigados a manter em bom estado de conservação os componentes de seu centro(s) de medição, caso contrário , a Cemig pode vir a exigir os reparos necessários ou até mesmo a substituição dos materiais danificados.
1.4.2 Os consumidores são responsáveis pelos equipamentos de medição da Cemig instalados no(s) centro(s) de medição da edificação e responderão pelos eventuais danos a eles causados, por sua ação ou omissão.
<1.4.3. O local do(s) centro(s) de medição, bem com a o acesso ao mesmo, deve ser mantido limpo pelos consumidores, de modo a agilizar as leituras dos medidores pela Cemig
1.5 ACESSO AO(S) CENTRO(S) DE MEDIÇÃO.
1.5.1 Os consumidores devem permiti e , em qualquer tempo, o livre acesso dos funcionários da Cemig devidamente indentificados e credenciados ao centro9s) de medição e fornecer-lhes os dados e informações pertinentes ao funcionamento dos equipamentos e aparelhos.
1.5.2 Aos consumidores só é permitido acesso à alavanca de acionamento dos disjuntores Termomagnéticos para seu religamento por ocasião de possíveis desarmes.
1.5.3> Não pode ter nenhum empecilho tais como veículos, material de construção, móveis , etc, que dificulte ou impeça o acesso às medições.
2. CENTRO DE MEDIÇÃO
2.1 GERAL
2.1.1 Quando houver apenas um centro de medição, ele deve ser convenientemente protegido por um disjuntor geral. Este disjuntor geral deve ser alojado em caixa de proteção geral localizada no centro de medição.
2.1.2 Quando houver 2 (dois) ou mais centros de medição, a energização do segundo centro de medição, e assim por adiante, deve ser feita a partir da caixa de proteção geral e/ou barramentos, que podem estar localizadas no primeiro centro de medição ou numa caixa deslocada dos centros de medição conform o tipo de montagem.
2.1.3 Quando houver 2 (dois) ou mais centros de medição, os condutores que energizam cada centro de medição podem ser de bitola inferior a dos condutores de entrada do disjuntor geral, conform a demanda de cada centro de medição.
2.1.4 Quando houver 2 (dois) ou mais centros de medição e a energização desses centros de medição fora a partir do primeiro centro de medição , deve ter apenas uma proteção geral para os centros de medição localizada no primeiro centro de medição conforme os Desenhos 17, 18, 37 e 38.
2.1.5 Quando houver 2 (dois) ou mais centros de medição e a energização desses centro de medição for a partir da proteção geral e/ou barramentos localizados numa caixa deslocada deles , cada centro de medição deve ter sua proteção geral.
2.1.6 A alimentação para a medição de condomínio deve ser feita antes da proteção geral conform o Desenho 43 somente se no consomínio tiver sistema de emergência com bomba de recalque e/ou for exigido pelo Corpo de Bombeiros. Caso contrário a alimentação da medição de consomínio deve ser feita após a proteção geral.
2.1.7 Para os centros de medição instalados no mesmo local e energizados a partir da proteção geral e/ou barramentos localizados numa caixa deslocada deles , mas instalada junto dos mesmos, é dispensável a instalação das proteções de prumada nessa caixa.
2.1.8 A caixa de medição de condomínio pode estar localizada no centro de medição ou numa caixa deslocada do(s) centro(s) de medição conforme o tipo de mentagem.
CENTRO DE MEDIÇÃO COM CAIXA METAĹICA
2.2.1 O(s) centro(s) de medição com caixa de medição metálica deve(m) ser construído(s) conforme os Desenhos 12 a 20.
2.2.3 Se o penúltimo centro de medição tiver 12 (doze) caixas de medição e proteção e o último não, a quantidade de caixas de medição e proteção do penúltimo centro de medição deve ser somada à quantidade de caixas de medição e proteção do penúltimo centro de medição deve ser somada à quantidade de caixas do último centro de medição e o resultado deve ser dividido de tal forma que os dois últimos centro de medição tenham a quantidade de caixas o mais parecido possível.
Exemplo: Se o penúltimo centro de medição tiver 12 (doze) caixas de medição e proteção e o último centro de medição tiver 5 (cinco), o penúltimo centro de medição dev ficar com caixas 10 (dez) caixas de medição e proteção e o último com 7 (sete) caixas.
2.2.4 A distância entre a proteção geral de todos os centros de medição e o primeiro centro de medição deve ser entre 30 e 50 centímetros. A distância entre o primeiro centro de medição e o segundo, e assim sucessivamente, deve ser entre 30 e 50 centímetros.
2.2.5 Os condutores fase , neutro e de proteção que interligam o primeiro centro de medição ao segundo, e assim por diante, devem ser cabos unipolares de cobre, isolados com PVC-70 C ou EPR-90 para 0,6 /1kV, dotados de cobertura externa de PVC OU Neoprene, (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7288 ou dotados de cobertura externa de EPR (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa de XLPE (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7285 se o eletroduto que os protege for instalado no piso. Além diss, ess eletroduto deve ser concretado.
2.2.6 Os condutores fase , neutro e de proteção devem ser unipolares, de cobre, isolados com PVC-70C (tipo BWF) para tensões de 450/750V e atender as demais exigências da NBRNM 247-3 se o eletroduto que so protege for instalado ena parede/alvenaria. Neste caso não é necessário que os condutores tenham dupla camada de isolamento.
2.2.7 Nos casos onde a proteção geral for instalada numa caixa deslocada do centro de medição pré fabricado, são aplicáveis os critérios constantes dos itens 2.2.5 e 2.2.6, página 4-3, para os condutores entre a caixa de proteção geral e o primento centro de medição.
2.2.8 Os demais critérios de instalação devem ser conforme a noma Cemig ND-5.2 (Fornecimento de Energia em Tensão Secundária - Rede de Distribuição Aérea - Edificações Coletivas).
2.3 CENTRO DE MEDIÇÃO PRÉ-FABRICADO COM CAIXA DE POLICARBONATO
2.3.1 O(s) centro(s) de medição pré-fabricado com caixa de policarbonato com caix de deve(m) ser montado(s) conforme os Desenhos 27 a 30, página 7-29 a 7-32 e deve(m) ser utilizados(s) em atendimento com proteção geral.
2.3.2 O centro de medição é 100 % polimérico, translúcido, resistente ao ultra violeta e já vem totalmente montado e comissionado de fábrica (disjuntor, barramentos, fiação, bornes, conexôes, ramal interno, etc.).
2.3.3 Deve ser utilizado soment um dos modelos aprovados pela Cemig conforme o Manual do Consumidor n 11 (Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrão de Entrada).
2.3.4 As caixas são polifásicas para que o consumidor tenha flexibilidade para aumento de carga sem trocas a caixa do agrupamento.
2.3.5 Cada centro de medição deve ter no mínimo 2 (duas) caixas de medição e proteção e no máximo 18 (dezoito) caixas de medição e proteção. Além disso, cada centro de medição deve ter, no máximo, 6 (seis) medições trifásicas.
2.3.6 As medições trifásicas devem ser distribuídas nas 6 (seis) caixas localizadas no sentido vertical junto da coluna formada pela caixa de proteção geral, barramentos e de derivação (energia não medida).
2.3.7 Quando no agrupamento tiver somente medições bifásicas e monofásicas, as medições bifásicas devem ficar o mais próximo possível da coluna formada pela caixas de proteção geral, barramentos e de derivação (energia não medida).
2.3.8 Se o penúltimo centro de medição tiver 18 (dezoito) caixas de medição e proteção e o último não, a quantidade de caixas de medição e proteção do penúltimo centro de medição deve ser somada à quantidade de caixas do último centro de medição e o resultado deve ser dividido de tal forma que os dois últimos centros de medição tenham a quantidade de caixas o mais parecido possível.
Exemplo: Se o penúltimo centro de medição tiver 18 (dezoito) caixas de medição e proteção e o útltimo centro de medição tiver 5 (cinco) , o penúltimo centro de medição deve ficar com 12 (doze) caixas de medição e proteção e o último com 11 (onze) caixas.
2.3.9 Quando no centro de medição tiver proteção geral, essa deve ser triásica e deve ser , no máximo, um disjuntor tripolar de 225 A (para atendimento até demanda de 86 kVA e condutor por fase de até 150 mm).
2.3.10 A caixa de medição e proteção suporta a instalação de , no máximo, um disjuntor tripolar de 100 A.
2.3.11 A caixa para proteção geral será instalada na parte inferior do quadro quando a entrada de energia for subterrânea e na parte superior quando a entrada de energia for aérea.
2.3.12 A caixa para proteção geral, barramentos e derivação devem ser instaladas na mesma coluna e de forma centralizada em relação às caixas de medição e proteção, podendo er até 3 (três) caixas de medição e proteção por fileira horizontal de um dos lados desta coluna.
2.3.13 Para centro de medição com até 12 (doze) caixas de medição e proteção, a caixa de derivação pode ser substituída por uma caixa de medição e proteção totalizando nesse caso 13 (treze) caixas de medição e proteção por fileira horizontal de um dos lados desta coluna.
2.3.14 Para centro de medição com 13 (treze) ou mais caixas de medição e proteção deve ser prevista a caixa de derivação na mesma coluna vertical que as caixas de proteção geral e de barramentos.
2.3.15 Os condutores fase e neutro de cada caixa de medição serão independentes desde a caixa de barramentos conforme cada configuração.
2.3.16 Os condutores de proteção serão independentes desde a caixa de barramentos. No entanto, deve ser utilizado apenas um único condutor de proteção dimensionado para atendimento até 3 (três) caixas de medição e proteção localizadas na mesma fileira horizontal e do mesmo lado em relação à coluna composta pelas caixas de proteção geral, barramentos e derivação.
2.3.17 O quadro de medição deve ser fixado à parede através de parafuso com bucha.
2.3.18 A distância entre o piso e a parte inferior do quadro de medição , excetuando as eventuais caixas de passagem, deve ser de 45 centímetros.
2.3.19 A distância entre a proteção geral de todos os centros de medição e o primeiro centro de medição deve ser entre 30 e 50 centímetros. A distrância entre o primeiro centro de medição e o segundo, e assim sucessivamente, deve ser entre 30 e 50 centímetros.
2.3.20 As caixas de medição e proteção são polifásicas, o que permite a instalação de medidor monofásico ou polifásico.
2.3.21 Os barramentos de fase e de neutro devem ser de cobre , isolados, dimensionados conforme a seguir :
a) Para proteção geral até 150 A: 5/8" x 3/16"
b) Para proteção geral acima 150 A e menor ou igual a 200 a : 3/4" x 3/16"
c) Para proteção geral acima de 200 A e meno ou igual a 225: 3/4" x 1/4" ou 1" x 3/16"
2.3.22 Os barramentos de fase devem ser isolados (isolamento termocontrátil) nas cores padronizadas conforme a seguir :
a) FASE A : Vermelha
b) FASE B : Branca.
c) FASE C : Preto.
2.3.23 O barramento de neturo deve ser isolado (isolamento termocontrátil) na cor azul.
2.3.24 Os barramentos de fase e neutro devem se instalados somente dentro da caixa de barramentos. Esse barramentos de fase e neutro devem ser instalados no sentido vertical conforme os Desenhos 27 a 30, página 7-29 a 7-32
2.3.25 Deve ser previsto um barramento de aterramento para a ligação dos condutores de proteção e de aterramento. Esse barramento deve ser nu e especificado conform o item 2.3.2.1 página 4-5. Além disso, esse barramento deve ser inteligado ao barramento de neutro.
2.3.26 O barramento para aterramento deve ser instalado somente dentro da caixa de proteção geral e deve ser instalado no sentido horizontal conforme os Desenhos 27 a 30, página 7-29 a 7-32.
2.3.27 Os barramentos de fase e de neutro devem ter comprimento máximo de 45 (quarenta e cinco) centímetros, sendo que 4 (quatro) centímetros devem ser utilizados para a conexão do condutor fase entre o disjuntor de proteção geral e o barramento.
2.3.28 Os condutores fase, neutro e de proteção de cada unidade consumidora devem sair pelo mesmo furo da caixa de medição e proteção. Nesse furo deve ser instalada uma das curvas constantes do Desenho 27, página 7-29.
2.3.29 O furo utilizado para a saída dos condutores fase , neutro e de proteção de cada unidade consumidora (energia medida) deve ser circular e ter diâmetro mínimo de 25 mm e máximo de 50 mm conform cada montagem
2.3.30 O furo utilizado para a passagem de condutores entre as caixas deve ser retangular e ter as medidas de 8 x 5 centímetros.
2.3.31 Pode ter caixa(s) de passagem (energia medida) compartilhada. Neste caso em cada furo dessa caixa utilizado para a saída dos condutores de cada unidade consumidora deve ser instalada um dos modelos de bucha e arruela conforme o Desenho 50, página 7-55, Além disso, cada conjunto de condutores fase e neutro deve ser identificado de forma legível e indelével com anilha conforme o tipo de unidade consumidora como , por exemplo, Cond., Lj 1, Casa 1, Apto 101, etc.
2.3.32 No(s) centro(s) de medição deve ser prevista uma pingadeira conform o corte "AA" do Desenho 14, página 7-16. Além disso, o(s) centro(s) de medição e proteção deve ser instalado de forma alinhada à alvenaria, ficando saliente apenas a tampa das caixas de medição e proteção, passagem, proteção geral e de barramentos.
2.3.33 Nos condutores fase e neutro devem ser instaladas anilhas identificando , de forma legível e indelével cada unidade consumidora.
2.3.34 Em todas as caixas do(s) centro(s) de medição devem ser instaladas , internamente e através de rebites, placs de acrĺico identificando de forma legível e indelével cada unidade consumidora.
2.3.35 Os condutores fase, neutro e de proteção que interligam o primeiro cntro de medição ao segundo, e assim por diante, devem ser cabos unipolares de cobre , isolados com PVC-70C ou EPR-90 para 0,6/1kV, dotados de cobertura externa de PVC ou Neoprene (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa de XLPE (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7285 se o eletroduto que os proteger for instalado no piso. Além disso, esse eletroduto deve ser concretado.
2.3.36 Os condutores fase, neutro e de proteção devem ser unipolares, de cobre, isolados com PVC-70 C (tipo BWF) para tensões de 450/750V e atender as demais exigências da NBRNM 247-3 se o eletroduto que os protege for instalado na parede/alvenaria . Neste caso não é necessário que os condutores tenham dupla camada de isolamento.
2.3.37 Nos casos onde a proteção geral for instalada numa caixa deslocada do centro de medição pré fabricado , são aplicáveis os critérios constantes dos itens 2.3.35, página 4-6, para os condutores entre a caixa de proteção geral e o primeiro centro de medição.
2.3.38 O disjuntor geral até 225 A deve ser alojado em caixa de proteção geral localizada no primeiro centro de medição para as montagens com 2 (dois) centros de medição. para disjuntor geral acima de 225 A , ess disjuntor deve ser alojado em caixa de proteção geral localizada antes do primeiro centro de medição.
2.3.39 Os demais critérios de instalação devem ser conforme a norma Cemig ND-5.2 (Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Rede de Distribuição Aérea - Edificações Coletivas).
2.3.40 Quando a entrada no disjuntor for executada pela parte inferior, na caixa de proteção geral deve ser fixada placa de alumínio ou de acrílico com os seguintes dizeres : Disjuntor energizado pela parte inferior.
2.3.41 Quando a alimentação para a medição de condomínio for antes da proteção geral deve ser prevista plaqueta de alumínio ou acrílico na tampa da caixa de medição do condomínio com os seguintes dizeres de foram legivél e indelével : Em caso de incêndio não desligue esse disjuntor.
2.3.42 Quando houver caixa de passagem com energia medida, entre as curvas instaladas nessa caixa e na caixa de medição e proteção da unidade consumidora pode ser utilizada mangueira flexível de mesmo diâmetro da curva utilizada nas caixas.
2.3.43 Quando o condutor neutro do ramal de entrada for instalado diretamente em um dos Centros de Medição, apenas nesse centro de medição deve ter interligação do barramento de aterramento com o barramento de neutro através de condutor 16 mm, isolado e na cor verde.
2.3.44 Quando os centro de medição forem instalados por andar, não deve ter interligações entre o barramento de aterramento e o barramento de neutro, pois essa interligação deve ser feita em apenas um ponto dentro da caixa de proteção geral de todas as unidades consumidoras.
2.3.45 As caixas de medição devem ser aterradas com a utilização de um dos tipos de terminal/conector descrito abaixo :
a) terminal à compressão conforme mostrado no Desenho 42 (Foto 3). Nesse caso o terminal deve ser compatível com a bitola do condutor e terão dois terminais no mesmo parafuso para aterramento da caixa, sendo um para ser utilizado no condutor de proteção do ramal de saída (energia medida) da unidade consumidora e o outro para ser utilizado no aterramento da caixa.
b) ou conector parafuso fendido tipo sapata conforme mostrado no Desenho 42 (foto 2). Nesse caso terá apenas um conector em cada parafuso para aterramento da caixa e deve ser utilizado o conector para condutor 35 mm pois esse conector apresenta um range de utilização em condutores de 10 a 35 mm.
2.3.46 Fica a critério do fabricante o tipo de parafuso a ser utilizado no aterramento das caixas do centro de medição bem como do condutor de proteção do ramal de saída (energia medida) da unidade consumidora.
2.3.47 As caixas deo Quadro de Medição Pré-Fabricado não podem ser comercializadas de forma avulsa, ou sej, essas caixas não podem ser pulverizadas no comércio porque além do processo de aprovação dessas caixas, a homologação é para o quadro de medição pré-fabricado, que deve ser fornecido pelo fabricante totalmente montado e comissiononado de fábrica (disjuntor, barramentos , fiação de energia e de automação das medições, bornes, conexôes, ramal interno, etc.) O fabricante que comercializar as caixas do quadro de medição pré-fabricado de forma avulsa pode ter homologação na Cemig revogada.
2.3.48 Nos atendimentos com automação das medições , o fabricante deve fornecer os centros de medição com o cabeamento para automação em cada xaixa de medição conforme os Desenhos 39 e 40.
2.3.49 Nos atendimentos com automação das medições , pode ser usada uma das posições do Centro de Medição , para fazer o papel das caixas para automação CA2 ou CA3. essa posição deverá ser identificada com os dizeres "CA2" ou "CA3", conforme o caso.
2.3.50 Os demais critérios de instalação devem ser conforme a norma Cemig ND-5.2 (Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Rede de Distribuiçao Aérea - Edificações Coletivas).

3. RAMAL DE ENTRADA
3.1 REQUISITOS GERAIS
3.1.1 Nos ramais de entrada embutidos e suberrâneos , a instalação dos condutores fase e neutro deve ser executada de modo a se constituir sempre um circuito trifásico completo no mesmo eletroduto.
3.1.2 Os comprimentos dos condutores de uma mesma fase, bem como suas conexões, devem ser idênticos visando obter uma perfeita distribuição de corrente.
3.1.3 Os condutores devem ser contínuos, isentos de emendas. No condutor neutro é vetado o uso de qualquer dispositivo de interrupção.
3.1.4 As seções mínimas de condutores e diâmetros dos eletrodutos recomendadas para cada faixa de fornecimento, estão indicadas nas Tabelas do Capítulo 6.
3.1.5 Seções superiores podem ser requeridas visando atender aos limites de queda de tensão permitidos no Capítulo 2, item 4.2.3, página 2-3.
3.1.6 Os condutores fase devem ser identificados a partir da proteção geral através de fitas isolante ou condutores com cores diferentes, podendo ser condures flexíveis classe 5 ou 6 de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT (inclusive o neutro) em qualquer tipo de padrão de entrada e os condutores fase podem ser de qualquer cor, exceto azul, verde ou verde/amarelo.
3.1.7 Nas extremidades dos condutores felxíveis devem ser utilizados terminais tubulares ou terminais de encapasuluamento ou terminais de compressão maciço de cobre conforme especificadao nos Desenhos 57 e 58, páginas 7-62 e 7-63 visando proporcionar melhor conexão.
3.1.8 Os condutores disponíveis dentro das caixas de medição e proteção que serão conectados ao medidor de energia elétrica ter as suas extremidades isoladas com fita isolante.


3.2 RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO
A instalação do ramal de entrada embutido deve ser efetuada nos atendimentos dos agrupamentos e de edificações de uso coletivo através de rede de distribuiçao aérea com demanda igual ou menor que 95kVA, independentemente da unidade consumidora estar localizada do mesmo lado ou lado contrário da rede da Cemig.

3.2.1 REQUESITOS PARA INSTALAÇÃO
3.2.1.1 Os serviços de instalação do ramal de entrada embutido devem ser executados pelo consumidor.
3.2.1.2 O consumidor deve informar-se previamente na Cemig , antes da execução do ramal , se há previsão de modificações na rede no local da ligação.
3.2.1.3 O eletroduto do ramal de entrada deve ser totalmente visível até a caixa de medição e/ou proteção geral, por ocasião da vistoria do padrão , sendo necessário que todo o contorno (perímetro) do mesmo fique acessível. Opcionalmente, eletroduto pode ser do tipo transparente , mas deve ter características constantes do Desenho 61 , página 7-66.

3.2.2 REQUISITOS PARA OS CONDUTORES
3.2.2.1 Os condutores fase e neutro do ramal de entrada subterrâneo devem ser cabos unipolares de cobre, isolados com PVC-70C ou EPR-90 para 0,6/1 kV , dotados de cobertura externa de PVC ou Neoprene (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7288 ou dotados de cobertura externa de EPR (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa de XLPE (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7285.
3.2.2.2 O condutor neutro deve ser perfeitamente identificado, através da cor azul (de fábrica ) de sua isolação.
3.2.2.3 O ramal de entrada subterranêo deve ser tal que a distância entre a proteção geral e o ponto de entrega situado no limite da propriedade particular com o passeio público não seja superior a 15 m.
3.2.2.5 O condutor fase deve ser perfeitamente identificado, através de qualquer cor (de fábrica) de usa isolação , exceto as cores azul e verde ou verde/amarelo.
3.2.2.6 O condutor de proteção deve ser perfeitamente identificado , através da cor verde ou verde/amarelo (de fábrica) de sua isolação.
3.2.2.7 Opcionalmente, noc caso daos padrões com caixa convencional (CM-1,CM-2 e CM-3) os condutores fase do ramal de entrada podem ser flexíveis classe 5 ou 6, isolados com PVC-70C para 0,6/1kV, dotados de exigências da NBR 7288 ou dotados de cobertura externa de EPR (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa XLPE (condutores com camada dupla) e a atender as demias exigências da NBR 7285.
3.2.2.8 Os condutores do ramal de entrada subterranêo devem ter comprimento suficiente para permitir sua conexões com os condutores do ramal de ligação da Cemig. Deste modo, devem ser deixadas sobras de 1,00 m em cada condutor, dentro da caixa de inspeção/passagem localizada na divisa da propriedade do consumidor com o passeio público (ponto de entrega), para conexão ao ramal de ligação.
3.2.2.9 No interior das caixas para medição devem ser deixadas as pontas exigida no Capítulo 4, item 3.2.2.2, página 4-7.
3.2.2.10 As seções mínimas dos condutores do ramal de entrada subterrâneo devem ser aquelas indicadas na Tabela 1B, página 6-3.
3.2.2.11 No caso dos padrôes com caixa com leitura via pública (CM-13, CM-14 e CM3 LVP), os condutores que ligam o disjuntor ao medidor, os condutores instalados entre o medidor e a conexão com os condutores do ramal interno (localizada em caixa de passagem com energia medida ou QDC) devem ser condutores flexíveis classe 5 ou 6 de acordo com a NBRNM 280.
3.2.2.12 No caso de padrões com caixa com leitura pela via pública (CM-13, CM-14 e CM3 LVP)), o condutor neutro deve ser flexível classe 5 ou 6 de acordo com a NBRNM7288 ou NBR 7286 ou NBR 7285 entre a caixa de inspeção/passagem localizada na divisa da propriedade do consumidor com o passeio público (ponto de entrega) ou entre a bucha primária do transformador da Cemig para atendimento ecom câmara (ponto de entrega) e o medidor de endergia elétrica e entre o medidor e a conexão com os condutores do ramal interno (localizada em caixa de passagem com energia medida ou QDC). Opcionalmente nesses atendimentos os condutores fase também podem ser flexíveis calasse 5 ou 6 de acordo com a NBR 7288 ou NBR 7286 ou NBR 7285.
3.2.2.13 Quando o ramal de entrada for constituiído por mais e um condutor por fase, deve ser distribuído nos eletrodutos de tal forma que em cada eletroduto passe um circuito trifásico completo (fases A, B, C e neutro).

3.2.3 REQUISITOS PARA OS ELETRODUTOS
3.2.3.1 O(s) eletroduto(s) do ramal de entrada embutido deve(m) ser de PVC rígido, com as características técnicas indicadas no Desenho 61, página 7-66.
3.2.3.2 Os eletrodutos devem ser firmemente fixados às caixas de proteção geral, QDG, medição e de passagem através de bucha, porca-arruela e fitas veda-rosca.
3.2.3.3 Os eletrodutos podem ser fixados ao poste ou pontalete por meio de fitas ou braçadeiras metálicas em alternativa às amarrações com arame de aço galvanizado 12 BWG (diãmentro 2,76 mm), observando-se que as identificações dos eletrodutos não fiquem encobertas e conforme o Desenho 70, página 7-75.
3.2.3.3 Os eletrodutos podem ser fixados ao poste ou pontalete por meio de fitas ou braçadeiras metálicas em alternativa às amarrações com arame de aço galvanizado 12 BWG (diâmetro 2,76 mm), observando-se que as identificações dos eletrodutos não fiquem encoberta e conform o Desenho 70, página 7-75.
3.2.3.4 Os diâmetros nominais recomendados para cada faixa de fornecimento estão indicadas nas Tabels 1 a 5, páginas 6-2 a 6-7.
3.2.3.5 Nas junções entre eletrodutos utilizadar luva e aplicar fita veda rosca.

3.3 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRANÊO
A instalação do ramal de entrada subterranêo deve ser efetuada somente nos atendimentos através de rede de distribuiçao suberrânea e nos atendimentos através através de rede de distribuição aérea para uma demanda maior que 95 kVA. Excepcionalmente, somente nos atendimento previsto na Situação C, Anexo B-3, o ramal de entrada deve ser parcialmente suberrâneo mesmo para os casos com demanda até 95 kVA.
3.3.1 REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO.
3.3.1.1 Os serviços de instalação do ramal de entrada subterranêo devem ser executados pelo consumidor, respeitando as legislações municipais e assumindo toda a responsabilidade pelos Serviços executados no passeio público.
3.3.1.2 No caso do ramal de entrada e prumadas , constituídos por vários condutores por fase, os seguintes cuidados devem ser tomados visando assegurar perfeita distribuição de corrente dos condutores:
a) assegurar comprimentos iguais para os condutores;
b) utilizar mesmo tipo de conectores, aplicando-se o mesmo torque para as conexões de aperto:
3.3.1.3 Devem ser instaladas faixas de asvertẽncia de acordo com o Desenho 50,página 7-55.
3.3.1.4 O consumidor deve informar-se previamente na Cemig, antes da execução do ramal, se há previsão de modificações na rede no local da ligação.
3.3.1.5 Na instalação do ramal de entrada suberrâneo é exigido que seus condutores:
a) não cortem terrenos de terceiros;
b) não sejam enterrados diretamente no solo;
c) não apresentem emendas dentro dos dutos.

3.3.2 REQUISITOS PARA OS CONDUTORES
3.3.2.1 Os condutores fase e neutro do ramal de entrada subterranêo devem ser cabos unipolares de cobre, isolados com PVC-70 ou EPR-90 para 0,6/1kV, dotados de cobertura externa de PVC ou Neoprene (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa XLPE (condutores isolados, com camada dupla ) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa XLPE (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7285.
3.3.2.2 O condutor neutro deve ser perfeitamente identificado, através da cor azul (de fábrica ) de sua isolação.
3.3.2.3 O ramal de entrada suberrâneo deve ser tal que a distância entre a proteção geral e o ponto de entrega situado no limite da propriedade particular com o passeio público não seja superior a 15 m.
3.3.2.5 O condutor fase deve ser perfeitamente identificado, através de qualquer cor (de fábrica) de sua isolação.
3.3.2.6 O condutor de proteção deve ser perfeitamente identificado , através da cor verde ou verde/amarelo (de fábrica) de sua isolação.
3.3.2.7 Opcionalmente, no caso dos padrôes com caixa convencional (CM-1, CM-2 e CM-3) os condutores fase do ramal de entrada podem ser flexíveis classe 5 ou 6, isolados com pVC-70 C para 0,6 / 1kV, dotados de cobertura externa de PVC ou Neoprene (condutores isolaados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7288 ou dotados de cobertura externa EPR (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7286 ou dotados de cobertura externa de XLPE (condutores isolados com camada dupla) e atender as demais exigências da NBR 7285.
3.3.2.8 Os condutores do ramal de entrada subterranêo devem ter comprimento suficiente para permitir suas conexões com os condutores do ramal de ligação da Cemig. Deste modo, devem ser deixadas sobras de 1,00 m em cada condutor , dentro da caixa de inspeção/passagem localizada na divisa da propriedade do consumidor com o passeio público (ponto de entrega), para conexão ao ramal de ligação.
3.3.2.9 No interior das caixas para medição devem ser deixadas as pontas exigidas no Capítulo 4, item 3.2.2.2, página 4-7.
3.3.2.10 As seções mínimas dos condutores do ramal de entrada subterranêo devem ser aquelas indicadas na Tabela 1B, página 6-3.
3.3.2.11 No caso dos padrôes com caixa com leitura pela via pública (CM-13,CM-14 e CM3 LVP), os conduores que ligam o disjuntor ao medidor , os condutores instalados entre o medidor e a conexão com os condutores do ramal interno (localizda em caixa de passagem com energia medida ou QDC) devem ser condutores flexíveis classe 5 ou 6 de acordo com a NBRNM 280.
3.3.2.12 No caso dos padrões com caixa com leitura pela via pública (CM-13, CM-14 e CM3-LVP), o condutor neutro deve ser flexível classe 5 ou 6 de acordo com a NBR 7288 ou NBR 7286 ou NBR 7285 entre a caixa de inspeção/passagem localizada na divisa da propriedade do consumidor com o passeio público (ponto de entrega) ou entre a bucha primária do tranformador da Cemig para atendimento com câmara (ponto de entrega) e o medidor de energia elétrica e entre o medidor e a conexão com os condutores do ramal interno ( localizada em caixa de passagem com energia medida ou QDC. Opcionalmente nesses atendimentos os condutores fase também podem ser flexíveis classe 5 ou 6 de acordo com a NBR 7288 ou NBR 7286 ou NBR 7285.
3.3.2.13 Quando o ramal de entrada for constituído por mais de um condutor por fase, deve ser distribuído nos eletrodutos de tal forma que em cada eletroduto passe um circuito trifásico (fase A,B,C e neutro.

3.3.3 REQUISITOS PARA OS ELETRODUTOS
3.3.3.1 Os condutores do ramal de entrada suberrâneo deve ser fisicamente protegidos desde a caixa de passagem localizada na divisa da propriedade particular com o passeio público (ponto de entrega) até a caixa de medição e/ou proteção por eletroduto de PVC rígido conforme as carcterísticas constantes do Desenho 61, página 7-66 ou eletroduto de aço por imersão a quente popularmente conhecido como "eletroduto pesado" conforme as características constantes da NBR 5598 e do Desenho 63, página 7-68.
3.3.3.2 No caso do atendimento do item 3.3.c, página 4-16 , os condutores do ramal de entrada suberrâneo devem ser físicamente protegido desde a derivação da rede da Cemig (Ponto de Entrega) até a primeira caixa de passagem localizada junto ao poste da rede da Cemig ou na divisa da propriedade particular com o passeio público por eletrodutos de aço por imersão a quente popularmente conhecido conhecido como "eletroduto pesaso" conform as características constantes da NBR 5598 ou NBR 5597 e do Desenho 74.
3.3.3.3 No caso deo atendimento do item 3.3c página 4-16, o eletroduto de aço Instalado na descida junto ao poste Cemig deve ser identificado com o número da respectiva edificação de forma legível na descida junto ao poste da Cemig deve ser identificado com o número da respectiva edificação de forma legível e indelével e deve ser instalado conforme indicado no Desenho 84.
3.3.3.4 Os diâmetros nominais dos eletrodutos para cada faixa de fornecimento estão indicados na Tabela 1B.

4. ALIMENTADORES
4. ALIMENTADORES E RAMAIS DE DERIVAÇÃO
4.1 Os condutores e eletrodutos nos trechos embutidos e subterranêos devem atender às mesmas prescrições de instalação requeridas para o ramal de entrada.
4.2 Os alimentadores deve ser dimensionados a partir das demandas inicadas nas Tabela do Capítulo 6, compatibilizando-se as quedas de tensão em cada trecho com os limites máximo admissíveis.
4.3 A demanda de cada alimentador prumada deve ser limitada a 114 kVA, exceto no caso de bus way. Cada alimentador prumada deve ter a sau proteção específica.
4.4 Para atendimento a adois ou mais blocos localizados na mesma área, além da proteção geral para todos os blocos, cada bloco deve ter a sua proteção geral. As demais condições constantes deste item para a montagem dos alimentadores e ramais de derivação devem ser contempladas. Nestes atendimentos a entrada deve ser única e haverá o condomínio geral para alimentar as cargas entre blocos e cada bolco terá o seu condomínio individual. 4.5 Os condutores do ramal interno devem ser dimensionados pelas Tabelas 3, 4, 5 e 6 em função do tipo de fornecimento de cada unidade consumidora.
4.6 Os condutores dos alimentadores secundários devem ser contínuos entre o disjuntor geral do andar e a última caixa de medição e proteção a ser energizada através desses condutores.
4.7 Os condutores do ramal de entrada devem ser contínuos até a última caixa de medição e proteção nos agrupamentos sem proteção geral.
4.8 Nos atendimentos sem proteção geral os condutores fase e neutro deve ser contínuos até a última caixa de medição e proteção. Ao longo desses condutores devem ser feitas as derivações para as outra caixas de medição e proteção.
4.9 Para a derivação de alimentadores prumadas ou alimentadores secundários deve ser utilizado um dos conectores indicados no Desenho 70. 4.10 Opcionalmente, pode ser utilizado outro tipo de conector que permite a conferência de aperto bem como auxilie na sustentação eletromecânica dos circuitos das prumadas.
4.11 Os alimentadores prumadas podem ser construídos com barramentos blindados (bus way) , quando devem ser atendidas as seguintes condições :
a) as janelas para inspeção devem ser seladas;
b) nas saídas dos bus way os dimensionamentos dos cabos/eletrodutos devem ser de acordo com esta norma:
c) não é admitido que o bus way possua fusíveis nem chaves;
d) o bus way deve ser provido de cabo ou barra para condutor de proteção;
e) deve ser apresentada a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de projeto ;
f) o bus way pode ser de cobre ou de alumínio;
g) deve ser apresentada a memória de cálculo de queda de tensão para os andares.

5. RAMAL INTERNO DA UNIDADE CONSUMIDORA
5.1 O dimensionamento, a especificação e construção do ramal interno e das instalações elétricas internas da unidade consumidora devem atender às prescrições da NBR 5410.
5.2 O ramal interno deve apresentar, no mínimo , as características técnicas do ramal de entrada até os seguintes pontos :
a) pingadouro , no caso de saídas aéreas;
b) primeira caixa de passagem (energia medida), no caso de saíds suberrâneas ou embutidas; c) Quadro de distribuição de circuitos, no caso da não existência de caixa de passagem (energia medida).

6. PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTE E SOBRETENSÃO
6.1PROTEÇÃO GERAL
6.1.1 Os padrôes das edificações de uso coletivo , exceto aqueles constantes das Tabelas 7A, 7B e 8 devem possuir dispositivos de proteção geral contra sobrecorrente, a fim de limitar e interromper o fornecimento de energia, bem como proporcionar proteção à rede da Cemig contra eventuais defeitos no ramal de entrada e nos alimentadores principais.
6.1.2 A proteção geral deve ser efetuada através de disjuntor termomagnético tripolar para os atendimentos através de rede secundária trifásica ou bipolar para os atendimentos através de rede secundária bifásica (rede primária monofásica). Os condutores do ramal de entrada devem ser conectados sempre nos bornes superiores destes dispositivos nos atendimentos até demanda de 217 kVA, inclusive. Pra demandas maiores que 217 kVA, quando for impraticável, a entrada nos mesmos pode ser executada pela parte inferior.
6.1.3 Nos circuitos com demanda superior a 114 kVA, a proteção geral pode ser constituída por um único disjuntor em alternativa ao conjunto de disjuntores indicados na Tabela 1B (um por circuito de condutores do ramal).
Neste caso, a capacidade do dispositivo de proteção deve ser, no mínimo, igual à a somatória das capacidades individuais dos dispositivos que compõem o conjunto.
6.1.4 Os disjuntores termomagnéticos devem corresponder a um dos tipos aprovados pela Cemig (ver Manual do Consumidor nro 11 - ("Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrões de Entrada") e ter as seguintes capacidades mínimas em curto circuito):
a) fornecimento até 181 kVA:................10 kVA/220V
b) fornecimento de 181,1 até 304 kVA:.......15 kA/220V
c) fornecimento acima de 304 kVA............35 kA/220V
6.1.5 A substituição dos disjuntores deve ser sempre efetuada pela Cemig, sendo a aquisição do material de responsabilidade dos consumidores.
6.1.6 No caso de opção por disjuntores com elementos térmicos e/ou magnéticos ajustáveis, os projetistas devem ajustá-los de acordo com as características da carga e dos demais dispositivos de proteção, visando assegurar coordenada entre eles.
6.1.7 É recomendável que os consumidor instale internamente em sua propriedade (após a medição e necessariamente após/fora da caixa de medição e/ou proteção), pára-raios de baixa tensão ou varistores de acordo com as prescrições das NBR 5410 e 5419. Esta recomendação visa a supressão das sobretensões causadas, por exemplo , pelos fenômenos atmosféricos , sobretensões de manobra, evitando, assim, os enventuais danos que podem ser causados aos equipamentos elétricos e eletrônicos.
6.2 PROTEÇÃO INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS
6.2.1 Em todos os fornecimentos às unidades, a proteção deve ser efetuada através de disjuntores termomagnéticos , localizados eletricamente antes da medição, exceto para as unidades consumidoras irrigantes (ver Desenhos 45 e 46), com os ramais de derivação conectados sempre em seus bornes superiores.
6.2.2 A substituição dos disjuntores termomagnéticos deve ser sempre efetuada pela Cemig.
6.2.3 Os disjuntores termomagnéticos dos padrôes de entrada devem atender às seguintes condições:
a) corresponder a um dos tipos aprovados pela Cemig e realacionados no respectivo Manual do consumidor nro 11 (exceto o disjuntor a ser instalado nas caixas de automação , quando apllicável); b) nos fornecimentos tipo A é obrigatória a utilização de disjuntores monopolares; c) nos fornecimentos tipo B é obrigatória a utilização de disjuntores bipolares; d) nos fornecimentos tipo C e F é obrigatória a utilização de disjuntores tripolares; e) ter capacidade de interrupção mínima em curto-circuito, de 5kA em 127V (monopolares, bipolares e tripolares até 100 A) e 10 kA em 220 V (bipolares e tripolares acima de 120 A).
Obs.: Para padrões de entrada que já estiverem ligados e o consumidor solicitar alteração no fornecimento de energia elétrica , o disjuntor deve ser trocado pelo disjuntor compatível com o novo fornecimento de energia elétrica.
6.2.4 É necessário que o projetista faça previsão de instalação de quadro de distribuição de circuitos, a partir do ramal interno, de acordo com as prescrições das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, visando a alimentação de cargas de forma independente e/ou distribuídas entre fases. As proteções dos diversos circuitos devem , entretanto , possuir capacidade inferior a de proteção localizada junto à medição, para atender os critério de coordenação e seletividade da proteção.

6.3 PROTEÇÃO E PARTIDA DE MOTORES
6.3.1 Os dispositivos de partida , apresentados pela Tabela 17 devem ser escolhidos pelo projetista em função das características dos conjugados de partida solicitados pela cargas (que devem ser sempre inferiores aos proporcionadas pela utilização dos dispositivos).
6.3.2 Os dispositivos de partida devem ser dotados de sensores fque os desliguem na eventaua falta de tensão, em pelo menos uma fase.
6.3.3 Independentemente do tipo de partida, é recomendável que os consumidores instalem dispositivos de proteção contra falta de fase na ligação de seus motores . A Cemig, portanto, não se responsabilizará pelos danos causados pela falta de fase(s).

7. ATERRAMENTO
7.1 Sistemas de Aterramento
7.1.1 O neutro do ramal de entrada deve se sempre aterrado unto ao padrão de entrada.
7.1.2 O número de eletrodos definido para cada tipo de fornecimento está indicado nas Tabelas 1 a 5.
7.1.3 A caixa para medição deve ser aterrada pelo condutor apropriado de aterramento.Quando este form cabo, utilizar terminal para aterramento conforme Desenho 70; o condutor de aterramento deve ficar exposto para inspeção quando do pedido de ligação.
7.1.4 Nos padrões pré-fabricados em aço zincado é dispensável a utilização deo eletrodo de aterramento, sendo o aterramento do neutro efetuado pelo próprio poste.
7.1.5 As malhas de aterramento devem ser executadas, considerando o seguinte critério:
7.1.5.1 Edificações de uso coletivo.
7.1.5.1.1 Edificações com demanda até 304 kVA.
3 (três) eletrodos, espaçados de ,no mínimo, 2,4 m e interligados por condutor de cobre, rígido, nu, 16 mm, desde que a resistência de aterramento não seja superior a 10 ohms (medida em qualquer época do ano). Caso seja necessário, instalar outros eletrodos, interligados à malha, até a obtenção do valor de resistência de aterramento especificado, sendo aceitável as alsternativas de intalação previstas nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
7.1.5.1.2 Edificações com demanda superior a 304 kVA.
4 eletrodos, instalados conforme o Desenho 81 e interligados por condutor de cobre, rígido , nu 35 mm, desde que a a resitência de aterramento não seja superior a 10 ohms (medida em qualquer época do ano). Caso seja necessário, instalar, outros eletrodos , interligados à malha, até a obtenção do valor de resistência de aterramento especificado, sendo aceitável as alternativas de instalação previstas nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
7.1.5.2 Agrupamentos deve ser previsto número de eletrodos igual ao númenro de unidades consumidoras do agrupamento - para agrupamentos com até 3 unidades - espaçados de, no mínimo, 2,4 m e interligados por condutores de cobre , rígido, nu, 16 mm.
Para agrupamentos com mais de 3 unidades, utilizar o critério acima, válido para edificações de uso coletivo.
7.2 CONDUTOR DE ATERRAMENTO
7.2.1 O condutor de aterramento, que interliga o neutro ao(s) eletrodo(s) de aterramento (ou haste de aterramento), através do conector de aterramento da caixa de medição, deve ser isento de emendas e de qualquer dispositivo que possa causar seu seccionamento.
7.2.2 O condutor de aterramento deve ser de cobre nu, rígido e ficar exposto para inspeção quando do pedido da ligação. Esse condutor deve ser contínuo (sem emendas) desde a conexão na caixa de medição e/ou proteção até o último eletrodo de aterramento, com a conexão do aterramento efetuada no interior da caixa de medição e proteção ou de proteção geral.
7.2.3 Opcionalmente, o condutor de aterramento pode ser protegido por eletroduto de PVC rígido antichama, diâmetro 20 mm (1/2"), quando o condutor de aterramento for acessível pelo passeio público.
7.3 CONDUTOR DE PROTEÇÃO
7.3.1 Todas as caixas de medição , proteção , derivação, bem com os QDG , devem ser aterrrados através de condutores de proteção de cobre isolados com PVC na cor verde-amarelo de fábrica, com as seções indicadas nas Tabelas 1 a 8.
Esses condutores devem ser levados juntamente com os condutores fase e neutro (energia medida) até a caixa de passagem localizada junto das caixas de medição e proteção ou até o quadro de distribuição de circuitos (QDC) instalado internamente à unidade consumidora.
7.4 ELETRODO DE ATERRAMENTO
7.4.1 Como eletrodo de aterramento deve ser utilizado o seguinte material, cujas carcterísticas dimensionais estão indicadas no Desenho 81, desde que constantes do Manual do Consumidor nro 11 (Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrões de Entrada):
a) hastes cantoneiras de aço zincado, por imersão a quente , aprovadas pela Cemig.
7.4.2 O eletrodo de aterramento deve ser cravado deixando sua extremidade superior (incluindo conector) acessível à inspeção pela Cemig, dentro de uma caixa localizada na propriedade do consumidor ou no passeio público conforme o Desenho 81 com o topo do eletrodo situado abaixo da linha de afloramento.Opcionalmente pode ser utilizado um tubo de PVC RÍGIO DE 300 mm em substituição à no terreno. Esta caixa dev ser revestida com argamassa e protegida por tampa de concreto ou ferro fundido. No caso de caixa no passeio publico, deve ser utilizado somente tampa de ferro fundido. O primeiro eletrodo de aterramnto dev ser cravado, no máximo , a 40 centímetros do padrão de entrada.
7.4.3 A caixa de aterramento deve ser revestida com argamassa e protegida por tampa de concreto ou ferro fundido. No caso de caixa no passeio público, deve ser utilizado somente tampa de ferro fundido ou de material polimérico, sendo que essa última deve ser de um dos modelos e fabricantes homologados pela Cemig relacionados no Manual do Consumidor nro 11 (Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrões de Entrada).
7.4.4 O primeiro eletrodo de aterramento deve ser cravado, no máximo , a 40 centímetros do padrão de entrada.
7.4.5 A conexão do condutor de aterramento ao eletrodo deve ser feita através dos conectores existentes no corpo das hastes (conforme indicado no Desenho 81), sendo admissímivel conexões exotérmicas como alternativa.
7.4.6 Os padrões pré-fabricados em aço cujos postes são zincados por imersão a quente , não necessitam de haste de aterramento, pois o próprio poste funciona como um eletrodo de aterramento.
8. CAIXAS PARA MEDIÇÃO E PROTEÇÃO
8.1 As caixas para instalação dos equipamentos de medição e proteção bem como as caixas de derivação devem corresponder a um dos modelos relacionados no Manual de Consumidor nro 11 - "Materiais e Equipamentos Aprovados para Padrões de Entrada". Caso se utilize barramentos, consultar Tabela 22.
8.2 Os furos das caixas para instalação de eletrodutos, não utilizados, devem ser mantido fechados. Nos padrôes com eletrodutos de diâmetro inferiores aos dos furos da caixa, é obrigatório o uso de luvas de redução de PVC, alumínio ou aço conforme o Desenho 67. É vetado o uso de dispositivos tipos "arruela" e/ou redução de PVC para rede hidráulica ou outro tipo de redução não padronizada pela Cemig. Essas luvas devem ficar expostas tanto na parte interna quanto na parte externa da caixa para inspeção quando do pedido de ligação.
8.3 As caixas de medição devem ser marcadas de modo a identificá-las com as respectivas unidades consumidoras como, or exemplo, COND.(condomínio), LJ1 (loja1), CASA 1, APTO 101 (apartamento 101), etc.
Esta marcação deve ser feita na tampa da caixa e internamente na caixa, de forma visível, legível e indelével.
8.4 As caixas de derivação/passagem devem ser marcadas como, por exemplo, CAIXA PASSAGEM. Esta marcação deve ser feita na tampa da caixa e internamente na caixa, de foram legível e indelével.
8.5 Nos atendimentos onde terá proteção geral por bloco/prédio/torre , as caixas de proteção geral devem ser identificadas, por exemplo, de uma das seguintes formas:
GERAL BLOCO 1;
GERAL BLOCO A;
GERAL BLOCO "NOME DO BLOCO";
GERAL TORRE "NOME OU NÚMERO DA TORRE";
GERAL PREDIO "NOME OU NÚMERO DO PREDIO";etc.
Portanto, na caixa de proteção geral de cada bloco/prédio/torre deve ter também a identificação do prédio/bloco/prédio que ela protege.
Esta marcação deve ser feita na tampa da caixa e internamente na caixa, de forma visível, legível e indelével.
8.6 Para as caixas com leitura pela via pública (CM-13, CM-14 e CM3-LVP), as identificações devem ser externamente no centro da tampa da caixa e internamente na caixa, de forma visível, legível e indelével. No muro ou mureta deve constar pelo lado do passeio público a numeração da edificação e a identificação das caixas.
8.7 Todas as caixas de derivação, bem como os QDG, a exemplo das caixas de medição, devem ser lacradas pela Cemig.
Na instalação das proteções geral e/ou das prumadas devem ser utilizadas tantas caixa modulares (CM-10 e CM-11) quanto necessárias, justapostas e com os barramentos interligados ou um quadro tipo CM-12 de dimensões adequadas (as dimensões mínimas se encontram no Desenho 29).
8.8 A entrada nas caixas deve ser pelo lado de instalação do disjuntor.
8.9 Não é permitida a execução de furos adicionais e o alargamento dos orifícios existentes para instalação de eletrodutos nem o uso de ferramentas que danificam a proteção existente nas caixas para medição, proteção e derivação do tipo CM-1, CM-2, CM-3, CM-4, CM-6, CM-7, CM-8, CM-13, CM-14, CM-16, CM-17. Quanto às caixas CM-9, CM-10, CM-11, CM-12 e cm-18 ver notas dos Desenhos 25 e 29. E se no momento da inspeção detectar o alargamento dos furos, o socnumidor deve trocar a caixa.
8.10 Opcionalmente, o consumidor pode construir caixa de passagem (energia medida) logo após a caixa de medição e proteção. Neste caso cada unidade consumidora deve ter sua caixa de passagem, não sendo admitida uma caixa de passagem (energia medida) para todas as unidades consumidoras,exceto para o agrupamento pré-fabricado em policarbonato onde pode ter apenas uma caixa de passagem para energia medida. neste caso os condutores (energia medida) devem ser identificados conforme cada unidade consumidora.
8.11 As caixas de policarbonato têm parafuso para aterramento, mesmo sendo isolantes. A conexão de equalização unindo o condutor de aterramento, o neutro e o condutor de proteção deve ser feita na primeira caixa que recebe o ramal de entrada.
8.12 As caixas instaladas em local sujeito à umidade devem ter os seus furos providos de massa de calafetar.

9. CAIXAS DE INSPEÇÃO
9.1 GERAL
9.1.1 As caixas de inspeção devem ser construídas somente no passeio público, obedecendo às seguintes condições mínimas:
a) serem confeccionadas em concreto premoldado, em concreto armado ou em alvenaria, com tampa e aro de ferro fundido conforme os Desenhos 75 e 76;
b) serem do tipo ZC para os fornecimentos com demanda entre 95,1 kVA e 304 kVA, inclusive;
c) não serem instaladas em locais sujeito a passagem de veículos (exceto garagem).
9.1.2 Em terrenos inclinados, a caixa deve ser instalada de forma que sua tampa fique alinhada com o nível do passeio.
9.1.3 As caixas de inspeção devem ser destinadas exclusivamente para a passagem dos condutores do ramal de ligação ou de entrada subterrêneo, sendo vetada sua utilização para passagem de cabos telefônicos e sinalização.

9.2 LOCALIZAÇÃO
9.2.1 NOS ATENDIMENTOS EM ÁREA URBANA OU RURAL COM REDE DA CEMIG INSTALADA NA VIA PÚBLICA.
9.2.1.1 Deve ser prevista caixa de inspeção nos seguintes pontos:
a) No passeio público à 20 (vinte) centímetros da divisa da propriedade do consumidor (ponto de entrega), nos fornecimentos com demanda até 95 kVA quando o consumidor faz a opção por ramal de entrada subterrâneo para a unidade consumidora localizada do mesmo lado da rede aérea da Cemig.
b) No passeio público à 20 (vinte) centímetros da divisa da propriedade do consumidor (ponto de entrega), nos fornecimentos com demanda superior a 95 kVA quando o consumidor faz a opção por ramal de entrada subterranêo para a unidade consumidora localizada do mesmo lado da rede aérea da Cemig.
c) No passeio público, junto ao poste de derivação da rede da Cemig, quando a distância ente o poste e a caixa instalda junto à divisa for superior a 20 (vinte) metros nos fornecimentos com demanda até 95 kVA quando o consumidor faz a opção por ramal de entrada subterranêo para a unidade consumidora localizada do mesmo lado da rede aérea da Cemig. d) Em alternativa a curva de 90 (situação nro 2), desde qua a distância entre a caixa junto ao poste e o local da curva de 90 seja superior a 15 (quinze) metros.
9.2.1.2 No caso do ramal de ligação subterranêo. a construção e a manutenção da caixa de inspeção no passeio público junto à divisa da propriedade particular é responsabilidade do consumidor.
9.2.1.3 Nos atendimentos previstos nas letra "b" e "c" do item 9.2.1.1, página 4-24, a construção e a manutenção de todas as caixas de inspeção localizadas no passeio público são de responsabilidade do consumidor.

9.2.2 NOS ATENDIMENTOS EM ÁREA RURAL COM TRANSFORMADOR EXCLUSIVO INSTALADO DENTRO DA PROPRIEDADE RURAL.
9.2.2.1 Deve ser prevista caixa de inspeção nos seguintes pontos:
a) Junto ao poste de derivação da rede da Cemig e junto ao padrão de entrada (ponto de entrega), nos fornecimentos com demanda superia a 95 kVA e menor ou igual a 304 kVA.
b) Junto ao poste de derivação da rede da Cemig e junto ao padrão de entrada nos fornecimentos com demanda até 95 kVA quando o consumidor faz a opação por ramal de entrada subterranêo.
9.2.2.2 Nos atendimentos previstos na letra "a" do item 9.2.2.1 , página 4-25, a construção e a manutenção da caixa de inspeção junto ao padrão de entrada é de responsabilidade do consumidor.
9.2.2.2 Nos atendimentos previstos na letra "a" do item 9.2.2.2, página 4-25, a construção e a manutenção da caixa de inspeção junto ao padrão de entrada é de responsabilidade do consumidor.
9.2.2.3 Nos atendimentos previstos na letra "b" do item 9.2.2.1, a construção e a manutenção de todas as caixas de inspeção é de responsabilidade do consumidor.
9.2.2.4 As caixas de inspeção deve ser conforme o Desenho 77 dotada de dispositivo para lacre da Cemig.

10. CÂMARA
10.1 LOCALIZAÇÃO E ACESSO
10.1.1 A câmara suberrânea deve ser embutida na propriedade do consumidor, adjacente à divisa da edificação com a via pública e completamente independente da estrutura do prédio.
10.1.2 Deve ser localizada, preferencialmente, no primeiro sub-solo da edificação, podendo, também, ser construída no nível da via pública (térreo), por opção do interessado. Havendo impedimento legal ou técnico (caso de edificações já existentes) para construção da câmara nas áreas mencionadas, o interessado deve fazer consulta preliminar à Cemig para , de comum acordo, ser efetuada uma nova localização.
10.1.3 O acesso para entrada de equipamento e pessoal da Cemig à câmara será sempre pelo passeio da via pública, através de um tampão de ferro fundido removível (para o pessoal) e lajes de concreto armado, premoldadas, modulares, também removíveis (para entrtada de equipamento).

10.2 SISTEMA DE VENTILAÇÃO
10.2.1
O sistema de ventilação será, preferencialmente, o de aeração natural para o exterior através de janelas instaladas nas paredes das cãmeras. Nos casos em que for impraticável o emprego de ventilação natural, o consumidor deve prover um sistema de ventilação forçada equivalente.
10.2.2 A área mínima de ventilação natural das câmeras corresponde a 1,0m2 para cada 500 kVA de potência instalada.
A metade da área total da abertura necessária para ventilação natural deve correponder a uma ou mais janelas próximas ao piso e a outra metade a uma ou mais janelas próximas ao teto, ou ainda, toda área requerida a uma ou mais janelas próximas ao teto.
10.2.3 Caso seja necessário um sistema de ventilação forçada , devem ser atendidas as seguintes condições :
a) ventilação por insuflamento de ventilador centrífugo (de simples ou dupla aspiração) que resulte em uma vazão de ar de, no mínimo, 2.500 m3/h para cada 500 kVA de potência instalada; b) deve ser prevista uma tubulação de mesma dimensão da de insuflamento de ar; c) os dutos de saída e entrada de ar devem ser de forma a não permitir a entrada de poeira, água, detritos e animais; d) a alimentação , operação, manutenção e proteção do sistema de ventilação serão responsabilidade do consumidor e devem independer totalmente da estrutura da câmara.

10.3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
10.3.1 As paredes e teto da câmara deve ser construídos em concreto armado, com espessura de 20 cm, de forma a suportar pressões mínimas 6 kPa (600kgf/m2).
10.3.2 O piso da câmara deve ser projetado para supoertar carga mínima de 3.000 kgf/m(2). 10.3.3 O pé direito não pode ser inferio a 3,0m e, quando existirem vigas no teto, será admitida uma altura mínima de 2,5m, medida sob a aface inferior da viga.
10.3.4 A câmara não pode ter porta que se comunique com o interiro da edificação. Em caso de absoluta necessidade, e com concordância da Cemig, havendo portas, estas eevem ser construiídas de materiais a prova de fogo e explosão e possuir soleiras com um mínimo de 40 cm de altura.
10.3.5 A câmara deve ser estanque , não devendo permitir a entrada de águas pluviais, detritos ou quaisquer outros materiais para o interior da mesma. Caso haja a possibilidade de inundação pela parte interna da edificação, deve ser previsto pelo consumidor, às suas expensas, um sistem de drenagem automático, a partir do poço de drenagem. Deve ser utilizada bomba do tipo subersível com vazão mínima de 40 m3/h para Câmara Módulo I e 80 m3/h para Câmara Módulo II. A conexão da bomba à tubulação fixa que que levará a água drenada para o sistema de captação pluvial da via pública deve ser flexível (de tal forma a não transmitir vibrações para a tubulação fixa. A alimentação , operação, manutenção e proteção deste sistema serão responsabilidade do consumidor.
10.3.6 A câmara deve ser provida pelo consumidor, de uma malha de terra, de acordo com o projeto específico de cada módulo conforme os Desenhos 49 a 60.
10.3.7 Todos equipamentos e materiais nelas instalados serão do tipo submersível. Opcionalmente, pode ser instalado transformador a seco (isolamento em epóxi) em locais onde a câmara ou térreo não estão sujeitos à inundação.

10.4 DIMENSÕES E FORMATOS
10.4.1 As dimensões daa câmaras variam em função da demanda da edificação. O projeto da câmara é modular, sendo que cada módulo deve ser utilizado de acordo com as seguintes situações:
a) Módulo I - para demanda situadas entre 304 e 750 kVA;
b) M/ódulo II - para demandas acima de 750 kVA.
10.4.2 Formato, a área e demais carcterísticas construtivas das câmaras estão especificados nos Desenhos 49 a 60.
10.4.3 O piso deve ter uma inclinação de 1 % e no ponto de menor altura deve ser previsto um poço de 60x60x80 cm para eventual instalação de bomba ; nas paredes devem ser previstos ganchos ou olhais para facilitar a movimentação dos equipamentos.
10.4.4 As montagens eletromecânicas das câmaras estão indicadas nos Desenhos 49 e 50.

11. POSTES E PONTALETES
11.1.1 Os postes e pontaletes devem ser utilizados nos fornecimento às edificações de uso coletivo e agrupamentos, atendidos por ramal aéreo, sempre que:
a) for necessário elevar a altura do ramal de ligação em relação ao solo, visando atender os valores estabelecidos no Capitulo 3, ITEM 1.2, página 3-1;
b) for necessário desviar o ramal de ligação de terreno de terceiros ou qualquer obstáculo.
11.1.2 O lado do poste contendo a identificação do fabricante deve ser totalmente visível até o solo, por ocasião da vistoria do padrão, o poste pode ser recoberto visando a reconstituição do muro ou mureta.
11.1.3 Nas situações onde houver desnível entre a posteação da rede e o local para instalação do padrão pode ser necessário a utilização de postes com carcterísticas superiores (altura e resistência mecânica) dos especificados para cada tipo de ligação.
11.1.4 Os postes de padrão de entrada podem ser utilizados para instalação de ramais telfônicos, desde que :
a) a distância mínima entre o ponto mais baixo do ramal de ligação aéreo ou do ramal interno aéreo do consumidor e o ponto de ancoragem do cabo telefônico seja de 0,5 m; b) seja instalado eletroduto próprio para o cabo telefônico de modo a separá-lo dos condutores de energia; c) seja feita consulta prévia à concessionária de telefonia.
11.1.5 Todos os postes devem ser engastados em base concretada. 11.2 POSTE E PONTALETE DE AÇO
11.2.1 Os postes e pontaletes devem se utilizados de acordo com as Tabelas do Capítulo 6 quando for área urbana. Quando for área rural somente pode ser utilizado o poste indicado para o lado oposto da rede.
11.2.2 Os detalhes construtivos estão indicados no Desenho 80.
11.2.3 Não são permitidas emendas nos postes e pontaletes de aço.
11.2.4 Os pontaletes somente devem ser utilizados quando engastados em laje, viga ou coluna de concreto do corpo principal da edificação.
11.2.5 Não é permitida pintura de acabamento dos postes e pontaletes.
11.2.6 O poste ou pontalete de aço pode vir de fábrica com furo para a instalação da armação secundária para a ancoragem do ramal de ligação em substituição à cinta.

11.3 POSTE DE CONCRETO ARMADO
11.3.1 Alternativamente aos postes de aço, podem ser utilizados postes de concreto armado, de acordo com o indicado nas Tabela 1A, sendo os detalhes construtivos indicados no Desenho 79.

CÁCULO DE DEMANDA
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os dimensionamentos dos componentes de entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada, alimentadores secundários) das edificações de uso coletivo não previstos nas Tabelas 7A, 7B e 8, páginas 6-10, 6-11 e 6-12, devem ser feitos pela demanda da edificação calculada/definida pelo responsável técnico pelo projeto.
O responsável técnico pelo projeto elétrico é o responsável pela determinação da demanda, podendo adotar para edificações residenciais o critério que julgar conveniente, desde que o mesmo não apresente valores de demanda inferiores aos calculados pelo critério citado no item abaixo.
2. CRITÉRIOS DE CÁCULO DEA PROTEÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO RESIDENCIAL
D = D1 + D2 (kVA)
Sendo : D1 = (1.4 . f . a)..............demanda dos apartamentos residenciais.
D2 = .............................demanda do condomínio, lojas e outros,
Onde:
a = demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela 11, página 6-15);
f = fator de multiplicação de demanda (Tabela 10, página 6-14);
3. CRITÉRIO DE CÁCULO DE DEMANDA PARA CADA UNIDADE CONSUMIDORA DE USO INDIVIDUAL
3.1 - O dimensionamento da entrada de serviço das unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes secundárias trifásicas (127/220V), com carga istalada entre 15.1 kW e 75 kW deve ser feito pela demanda provável da edificação , cujo valor pode ser maior , igual ou inferior a sua carga instalada.
O consumidor pode determinar a demanda de sua edificação, considerando o regime de funcionamento de suas carga, ou alternativamente , solicitar à Cemig o cálculo da demanda de acordo com o critério apresentado nesta norma. Salientamos que este critério é um exemplo de cálculo mínimo da demanda, sendo do consumidor a responsabilidade da escolha do critério a ser adotado para cálculo da demanda de sua edificação , que pode ser o critério apresentado nesta norma.
3.2 - Expressão para cálculo da demanda: D = a + b + c + d + e + f (kVA)
a = demanda referente a iluminação e tomadas, dada pelas Tabelas 12 e 20, páginas 6-16 E 6-24.
b = demanda relativa aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento. Os fatores de demanda, dados pelas Tabelas 14 e 21 , páginas 6-18 e 6-24, devem ser aplicados , separadamente, à carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos:
-b1:chuveiros, torneiras e cafeteiras elétricas;
-b2:aquecedores de água por acumulação e por possagem;
-b3:fornos, fogões e aparelhos tipo "Grill";
-b4:máquinas de lavar e secar roupas, máquinas de lavar louças e ferro elétrico;
-b5:demais aparelhos (TV, conjunto de som, ventilador, geladeira , freezer, torradeira, liquidificador, batedeira, exaustor, ebulidor, etc.);
c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar, determinada pela Tabela 13, página 6-17.
No caso de condicionador central de ar, utilizar fato de demanda igual a 100 %.
d = demanda de motores elétricos, dada pela Tabela 15 e 16 , págnas 6-19 e 6-20.
e = demanda de máquinas de solda e transformador , determinada por :
- 100 % da potência do maior aparelho;
- 70 % da potência do segundo maior aparelho;
- 40 % da potência do terceiro maior aparelho;
- 30 % da potência dos demais aparelhos.
No caso de máquina de solda a tranformador com ligação V-v invertida, a potência deve ser considerada em dobro.
f= demanda dos aparelhos de rais-X, determinada por :
- 100 % da potência do mairo aparelho;
- 10 % da potência dos demais apraelhos.
3.3 - No Anexo A, são apresentados alguns exemplos de cálculo de demanda.
NOTAS:
1. O critério de cálculo geral da edificação residencial desenvolvido de acordo com a RTD-27 do CODI será utilizado pela Cemig apenas como uma referência para análise do projeto elétrico, não podendo os valores de demanda apresentados pelo responsável técnico pelo projeto elétrico serem inferiores aos calculados por essr critério.
2. O responsável técnico pelo projeto deve informar a área útil de cada apartamento independentemente do critério adotado para o cálculo da proteção geral.
3. As previsões de aumento de carga devem ser consideradas no cálculo da demanda.
4. No Anexo A são apresentados exemplos típicos de dimensionamento da proteção geral e das proteções das unidades consumidoras.
5. Caso a proteção geral das edificações de uso coletivo seja menor ou igual a uma das proteções da unidade consumidora, deve ser tomado um valor de corrente nominal imediatamente acima do maior valor de proteção das unidades consumidoras considerando o critério de coordenação e seletivdade da proteção).
6. A critério do responsável técnico pelo projeto elétrico, as proteções dimensionadas devem ser verificadas pelo critério da coordenação / seletividade, mesmo que a proteção geral tenha valor de corrente nominal superior às demais. Em função deste estudo a proteção geral pode ser redimensionada, implicando assim em alteração na faixa de atendimento.
7. Nas unidades consumidoras não residenciais e ao condomínio deve ser utilizado o processo tradicional que considera os grupos de carga e os respectivos fatores de demanda, função do total da carga ou da quantidade de equipamentos de cada grupo. Nas unidades consumidoras residenciais fica a critério do responsável técnico pelo projeto elétrico a definição do método de cálculo de demanda.
8. Em edificações de uso coletivo com grupos de apartamentos de áreas diferentes, o cálculo da demanda por área nro de apartamento pode ser efetuado de duas formas :
a) considerando isoladamente cada conjunto de apartamentos e somando as demandas dos vários conjuntos (desde que nenhum dos conjuntos tenha menos que 4 apartamentos);
b) considerando a média ponderada das áreas envolvidas e aplicando o fator de multiplicação correspondente ao total de apartamentos em conjunto com a demanda relativa a área média obtida.
9. O cálculo da proteção das unidades consumidoras deve ser como a seguir :
a) unidades consumidoras com carga instalada até 10 kW (Tabela 3, páginas 6-5, unidades consumidoras tipo A ou tipo B1):
proteção monofásica ou bifásica, em função da carga instalada. b) unidades consumidoras com carga instalada entr 10,1 kW e 15,0 kW (Tabela 3, página 6-5, tipo B):
proteção bifásica em função da carga instalada.
c) unidades consumidoras com carga instalada superior a 15,0 kW e inferior a 75 kW ( Tabela 4, página 6-6, tipo C ); proteção trifásica em função da demanda provável, calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e de motores elétricos, tanto para unidade consumidoras residenciais como para as comerciais.
d) unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW (Tabela 6, páginas 6-8, tipo F ) ; proteção trifásica em função da demanda provável, calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e de motores elétricos, tanto para unidades consumidorea residenciais como para as comerciais.
TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA
UTILIZAÇÃOTABELA
Dimensionamento da entrada de serviço de edificações de uso coletivo atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127 V / 220 V) - ramal de ligação aéreo e proteção geral com disjuntor.1A
Dimensionamento da entrada de serviço de edificações de uso coletivo atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) - ramal de ligação aéreo e proteção geral com disjuntor 1B
Dimensionamento da entrada de serviço de edificações de uso coletivo atendidas por redes de distribuição secundárias bifásicas (127 V / 254 V) - ramal de ligação aéreo e proteção com disjuntor. 2
Dimensionamento para unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) ou redes secundárias trifásicas (127/220V) ou redes secundárias bifásicas (127/254V) 3
Dimensionamento para unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) ligações a 4 fios 4
Dimensionamento de medição para unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) ou por redes de distribuição secundárias bifásicas (127/25V) 5
Dimensionamento da entrada de edificações e unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) para atender aos fornecimentos com demanda entra 75,1 a 304 kVA 6
Dimensionamento para unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V) - sem proteção geral e sem projeto elétrico. fios 7A
Dimensionamento para agrupamentos e/ou atendimentos híbridos atendidos por redes de distribuição secundárias trifásicas (127/220V)- sem proteção geral e sem projeto elétrico 7B
Dimensionamento para agrupamentos de unidades consumidoras atendidas por redes de distribuição secundárias bifásicas (127/254V) - ligações a 2 e 3 fios - sem proteção geral, sem projeto elétrico e com transformador exclusivo 8
Alternativas de dimensionamento para agrupamentos de unidades consumidoras rurais atendidas por redes de distribuição secundárias bifásicas (127/254V) - ligações a 2 e 3 fios - sem projeto elétrico e com transformador exclusivo 9
Fatores de multiplicação de demanda em função do número de apartamentos residenciais da edificação (f) 10
Demanda por área para apartamentos residenciais(a) 11
Fatores de demanda para iluminação e tomadas unidades consumidoras não residenciais 12
Fatores de demanda para condicionadores de ar - unidades consumidoras residenciais e não residenciais 13
Fatores de demanda para aparelhos eletrodomésticos de aquecimento e refrigeração (unidades consumidoras residenciais e não residenciais 14
Demanda individual - motores monofásicos 15
Demanda individual - motores trifásicos 16
Limites máximos de potência de motores 17
Características dos dispositivos de partida 18
Trações de montagem e flechas para ramal de ligação multiplex 19
Fatores de demanda para iluminação e tomadas unidades consumidoras residenciais 20
Fatores de demanda de fornos e fogões elétricos 21
Dimensionamento de barramento de baixa tensão 22
Potências médias de aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento 23A
Potências médias de aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento 23B
Potências nominais de condicionadores de ar tipo janela 24


TABELA 1A DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇO DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO
SECUNDÁRIAS TRIFASÍCAS (127/220)V - RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO E PROTEÇÃO COM DISJUNTOR
ITEM
DEMANDA RAMAL DE LIGACAO
PROTECAO
RAMAL DE ENTRADA



CONDUTOR DE
PROTECAO DAS
CAIXAS
POSTE PONTALETE
MESMO
LADO
DA REDE
LADO
OPOSTO
DA REDE




ACO
AEREO MULTIPLEX
AL - XLPE
DISJUNTOR
TERMO-
MAGNETICO
EMBUTIDO
CONDUTOR
POR FASE
ELETRODUTO
DE
ATE Cu -PVC
PVC ACO ACO CONCRETO ACO CONCRETO
kVA mm
A
mm 2
DN mm
mm
TIPO TIPO
1 15,1 23,0 Q-16 60
16 32 25 16
PA1




PC1

PA4




PC2




PT1
2 23,1
27,0 Q-16 70 25 40 32 16
3 27,1 38,0 Q-35 100 35 40 32 16
PA2

PA5
4 38,1 47,0 Q-35 120 - 125
50 50 40 25
5 47,1 57,0 Q-70 150 70 60 50 35




PA3





PC3





PA6





PC3





PT2
6 57,1 66,0 Q-70 175 95 75 65 50
7 66,1 75,0 Q-70 200 95 75 65 50
8 75,1 86,0 Q-120 225 120 85 80 70
9 86,1 95,0
Q-120 250 150 110 100 95
NOTAS
1. As secoes dos condutores e os diametros sao minimos.
2. O condutor neutro do ramal de entrada deve ter seção igual a dos condutores fase.
3. Esta tabela aplica-se também ao dimensionamento dos alimentadores principais.
4. A caixa de inspeção ZC pode ser utilizada junto ao poste de derivação da rede da Cemig.
5. Para os itens de 11 a 21 a proteção pode ser por mais de um disjuntor conforme alternativa 1 ou por um disjuntor conforme alternativa 2.
6. O número de condutores especificados para ramais de ligação e de entrada corresponde a uma fase.
7. Características do sistema de aterramento do neutro, ver Capítuo 4, item 7, página 4-21 e Desenho 81.

TABELA 2 - DIMENSIONAMENTO DE ENTRADA DE SERVIÇO DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS BIFÁSICAS (127/254)V - RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO E PROTEÇÃO COM DISJUNTOR.
ITEM DEMANDA RAMAL DE
LIGAÇÃO
PROTEÇÃO

RAMAL DE ENTRADA
CONDUTOR DE
PROTEÇÃO DAS
CAIXAS
POSTE
PONTALETE
MESMO
LADO
DA REDE
LADO
OPOSTO
DA REDE
AÇO
AÉREO
MULTIPLEX
AL/XLPE
DISJUNTOR
TERMO-
MAGNÉTICO
EMBUTIDO


CONDUTOR
POR FASE
ELETRODUTO
DE ATE Cu/PVC PVC ACO AÇO CONCRETO AÇO CONCRETO
KVA mm A
mm DN (mm)
mm TIPO TIPO
1 - 15,0 T-16 60 16 32 25 16 PA1 PC1 PA4 PC2 PT1
2 15,1 20,0 T-35 90 35 40 32 16 PA2 PA5
3 20,1 24,0 T-35 120 ou 125
50 40 32 25
4
24,1
29,0 T-70 150 70 50 40 35 PA3 PA6
5 29,1 37,5 T-70 200 95
60 50 50 PC3 PC3 PT2


NOTAS
1. As seções dos condutores e os diâmetros dos eletrodutos são mínimos.
2. Para condutores com seção igual ou superior a 10 mm é obrigatório o uso de cabo.
3. O condutor neutro do ramal de entrada deve ter seção igual a dos condutores fase.
4. As características técnicas dos postes e pontaletes estão indicadas nos Desenhos 79 e 80.
5. O engastamento dos postes e pontaletes deve ser em base concretada.
6. Características do sistema de aterramento do neutro, ver Capítulo 4, item 7, página 4-21 e Desenho 81.
7. Para carga superior a 37,5 kW o atendimento deve ser através de rede trifásica.


TABELA 3 - DIMENSIONAMENTO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS URBANAS OU RURAIS ATENDIDAS POR REDES DE
DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220 V) OU REDES SECUNDÁRIAS BIFÁSICAS (127/254 V)
FORNECIMENTO Carga
Instalada
Número de
PROTEÇÃO RAMAL DE ENTRADA

ATERRAMENTO



Condutor
de
proteção

Poste (5)

PONTALETE
(5)
TIPO FAIXA
FIOS
FASES DISJUNTOR
TERMO-
MAGNÉTICO
Condutor
Cobre
PVC - 70 C
( 3 )
Eletroduto


Condutor
Cobre nu



Eletrodo

Mesmo Lado
da Rede

Lado Oposto
da Rede


Aço
PVC
Aço
DE ATE Diâmetro
Nomimal
Aço
Concreto Aço Concreto
kW
A mm2
mm mm2
Quantidade mm2 Tipo
Tipo



A
A1 - 5,0

2


1
40
6




32





25





10





1
6




PA1





PC1





PA4





PC2





PT1
A2 5,1 6,5 50 10 10
A3 6,6 10,0 70 16 16

B
B1 - 10,0
3

2
40 10 10
B2 10,1 15,0 60 16 16

NOTAS
1. As seções dos condutores e os diâmetros dos eletrodutos são mínimos.
2. Para condutores com seção igual ou superior a 10 mm2 é obrigatório o uso de cabo.
3. O condutor neutro do ramal de entrada deve ter seção igual a dos condutores de fase.
4. Todas as faixas correspondem a ligações com medição com instalação direta (Ver Tabela 5).
5. As características técnicas dos postes e pontaletes estão indicadas nos Desenhos 79 e 80. O engastamento dos postes é simples.
6. O condutor de proteção dimensionado nesta tabela refere-se ao condutor de proteção que irá para cada unidade consumidora a ser derivado do condutor de proteção dimensionado na Tabela 1A.



TABELA 4 - DIMENSIONAMENTO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS URBANAS OU RURAIS ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) - LIGAÇÕES A 4 FIOS
FORNECIMENTO
DEMANDA PROVÁVEL
NÚMERO DE
PROTEÇÃO RAMAL DE ENTRADA
CONDUTOR DE
PROTEÇÃO
TIPO
FAIXA FIOS FASES DISJUNTOR
TERMO-
MAGNÉTICO
CONDUTOR
COBRE PVC-70C
(3)
ELETRODUTO
PVC AÇO
DE
ATÉ DIAMETRO NOMINAL
kVA A mm2
mm
mm2
C C1
- 15,0 4 3 40 10 32 25 10
C2 15,1 23,0 60 16 16
C3 23,1 27,0 70 25 40 32
C4 27,1 38,0 100 35
C5 38,1 47,0 120 ou 125
50 50 40 25
C6 47,1 57,0 150 70 60 50 35
C7 57,1 66,0 175 95 75 65 50
C8 66,1 75,0 200


NOTAS:
1. As seções dos condutores e os diâmetros dos eletrodutos são mínimos.
2. Para condutores com seção igual ou superior a 10 mm2 é obrigatório o uso de cabo.
3. O condutor neutro do ramal de entrada deve ter seção igual a dos condutores de fase.
4. As características técnicas dos postes e pontaletes estão indicadas nos Desenhos 79 e 80. O engastamento dos postes deve ser em base concretada.
5. As Faixas C6 a C8 correspondem a ligações com medição com instalação indireta (Ver Tabela 5). As demais correspondem a medição com instalação direta.
6. O condutor de proteção dimensionado nesta tabela refere-se ao condutor de proteção que irá para cada unidade consumidora a ser derivado do condutor de
proteção dimensionado na Tabela 1A.
7. As unidades consumidoras tipo C localizadas em área rural não atendidas com tranformador exclusivo compartilhado independentemente da localização deste transformador.M
8. Para o novo padrão de medição devem ser utilizados os disjuntores IEC (ATÉ 125 A) ou NEMA (acima de 125 A) conforme tabela acima e demais critérios deo Anexo D.
9. Os disjuntores devem ser de um dos modelos homologados pela Cemig listado no Manual do Consumidor n 11.


TABELA 5 - DIMENSIONAMENTO DA MEDIÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS URBANAS OU RURAIS ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) OU POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS BIFÁSICAS (127/254V)
FORNECIMENTO MEDIÇÃO
TIPO FAIXA
MEDIDOR TRANSF. CORRENTE (FT=2)
CORRENTE NOMINAL / MÁXIMA
NÚMERO DE ELEMENTOS
A - I1/I2
A
A1 15 / 100 (Nota 2)
1 ( Nota 2)

-
A2
A3

B
B1







15 / 120

2 (Nota 2)
B2








C
C1







3
C2
C3
C4
C5
C6

30/200 ligação direta ou 2,5 / 10
ligação indireta.


200:5 se ligação indireta
C7
C8

NOTAS
1. As faixas C6 a C8 podem ser atendidas com ligação e medidor 30/200 A ou ligação indireta e medidor 2,5/10 A.
2. Para as unidade consumidoras bifásicas inseridas nos agrupamentos atendidos através de transformador monofásico exclusivo instalado dentro da propriedade rural do consumidor conforme a Tabela 9 deve ser utilizado o medidor 240 V , 01 fase, 03 fios, 2 elementos.

TIPOS DE PADRÕES DE ENTRADA PARA FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA 7.1

Tabela 9
ALTERNATIVAS DE DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIAS MONOFÁSICAS (COM SECUNDÁRIO BIFÁSICO 127/254V) -LIGAÇÕES A 2 E 3 FIOS - SEM PROJETO ELÉTRICO E COM TRANSFORMADOR EXCLUSIVO (NOTA 1)
Transformador monofásicoAlternativas de Compartilhamento
10kVA 4 mono de 40A2 bi 40A2 mono de 40A e 1 bi 40A
2 mono 70A e 1 mono 40A
15kVA 6 mono de 40A3 bi de 40A4 mono de 40A e 1 bi de 40A
4 mono de 70A e 2 mono 40A4 mono de 40A e 1 bi 60A4 mono de 70A e 1 bi 60A
25kVA7 mono 70A e 2 mono 40A4 bi de 40 A5 mono 40A e 1 bi de 40A
6 mono de 70A e 3 mono de 40A5 mono 40A 1 bi 60A5 mono de 70A e 1 bi de 60A
37,5 kVA12 mono 40A 6 bi de 40A8 mono 40A e 1 bi 60A
8 mono 70A3 bi 60A2 bi 100A




TABELA 6 - DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE EDIFICICAÇÕES E UNIDADES CONSUMIDORAS URBANAS OU RURAIS
ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) PARA ATENDER AOS FORNECIMENTOS
COM DEMANDA ENTRE 75,1 A 304 kVA




I
T
E
M





FORNECI-
MENTO








DEMANDA
EM kVA



NÚMERO
DE
RAMAL DE LIGACAÇÃOSUBTERRÂNEO BT OU
AÉREO MULTPLEX
AL / XLPE (NOTA 4)



PROTEÇÃO
In (A)


RAMAL DE ENTRADA
EMBUTIDO OU
SUBTERRÂNEO


MEDIDOR

T C
R O
A R
N R
S E
F DE N N T
O E
R
M
A
D
O
R
Relação
(Nota 2)


ATERRAMENTO
C O
N
D
T
U
O
R
DE
P
R
O
T
E
Ç
Ã
O
S(mm)
Nota 3


T
I
P
O


F
A
I
X
A




F
I
O
S




F
A
S
E
S






Condutor
por fase

(AL)

S (mm)



ELETRODUTO





Disjuntor
Termomagnético



Condutor
por fase
(Cu)

S (mm)




Eletroduto



In /
Imax

(A)

Nro
E
l
e
m
e
n
t
o
s
C C
O O
N B
D R
U E
T
O
R

S (mm)



Nro
de
Hastes

DE

ATÉ
AÇO PVC Aço
PVC
DN (mm)
DN (mm)













3
1









F
F1 75,1
86,0










4
150 80 85 225 120 80











Nota
1












3


200 / 5











16










3
70
2 F2 86,1 95,0 185 100 110 250 150 100

120

3

F3
95,1 114,0
240

100

110
300 ou 315 ou 320

240
100
4 F4 114,1 152,0


2x240



2 x 100



2 x 110
400 2 X 120
2X65


400/5
50
5 F5 152,1 171,0 450 2 X 150
2X80 70
6 F6 171,1 188,0 500 2 X 185

2X100

2X110
95
7 F7 188,0 228,0 600 ou 630
2 X 240
120
8 F8 228,1 266,0
3x240

3x100

3 x110
700 3 X 150
3X80 3X85
600/5
70
9 F9 266,1 304,0 800 3 X 185
3X100 3X110 95
Notas da Tabela 6
1. 2,5/10 ou 2,5/20

2. TC com FT=2,00.

3. Não é necessária a instalação do condutor de proteção entre a caixa CM-9 ou CM-18 e a caixa de passagem, pois a barra de aterramento instalada entre estas caixas representa os condutores neutro e de proteção . Para esta unidade consumidora deve-se ter o condutor de proteção a partir da caixa de passagem e entre a caixa CM-9 ou CM-18 e a caixa CM-4 deve ter o condutor de proteção de 10 mm conforme o Desenho 34.

4. Para os itens 1 e 2, o ramal de ligação é aéreo multiplexado AL/XLPE, Q-120 e os postes a serem utilizados são PA3 mesmo lado da rede e PA6 ou PC3 lado oposto da rede. As características dos postes estão nos Desenhos 79 e 80. Para os demais itens deve ser utilizado ramal de entrada subterrâneo conforme especificado na tabela acima.

5. Quando a demanda for inferior a 75 kVA, o dimensionamento do padrão de entrada deve ser conforme a Tabela 4 (unidade consumidora tipo C).

6. Para os itens 1 e 2 pode ser utilizada a caixa CM-9 ou a caixa CM-18. Para os itens 3 a 10 deve ser utilizada a caixa CM-18.
















TABELA 7A - DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTOS E / OU ATENDIMENTOS HÍBRIDOS ATENDIDOS POR REDES
DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) - SEM PROTEÇÃO GERAL E SEM PROJETO ELÉTRICO
TIPOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS



RAMAL DE LIGAÇÃO
AÉREO
RAMAL DE ENTRADA / ALIM.SECUNDÁRIO.
Nota 2.

ATERRAMENTO





ITEM


A


B


C
CONDUTOR
ELETRODUTO

Nro
ELETRODOS


CONDUTOR

FASE(NEUTRO) PROT

QUANT.

DISJ.
MONOP.
(A)

QUANT.

DISJ.
BIP.
(A)

QUANT.


DISJ.TRIP.]
(A)
MULTIPLEX PVC 70 C
PVC AÇO
mm
mm
mm mm - mm
1 -
2 40 OU 60
- - T16
2 x 25


16


40


32


2

















16

2
1 40 ou 50
- - - -

T16

2 X 16
1 70
- - - -
3 3 40 - - - - Q16 3 X 6 (10)




10




32




25
3
4 2 40 - - - - T16
2 X 6 (10) 2
5 3 50 - - - - Q16 3 X 10 (16) 3
6 2 50 - - - - T16 2 X 10 (16)
2
7 - - 3 40 ou 60 - - - 3 X 35 (35)






16







40







32
8 1 40 ou 60
1 40 ou 60
- - Q16
3 X 16 (25)

2
9 1 70 1 40 ou 60
- - Q16 3 X 16 (25)
10 3 70 - - - - Q16 3 X 16 (25) 3
11 2 70 - - - - T16 2 X 16 (25)
2
12
1

40 ou 50

-

-

-

-

Q16

3 X 16 (25)












3
13 1 40 ou 50 1 40 ou 60 1 60 Q35 3 X 35 (35)
14 - - 2 40 ou 60 1 40 Q35
3 x 50 (50)
25 50 40
15 1 40 ou 50 1 40 ou 60 1 Q35 3 X 35 (35)
16

40

32
16 2 70 1
40 ou 60 - - Q35 3 X 35 (35)
17 - - 2
40 ou 60 2 1 Q35
3 X 50 (50) 25 50 40

18
2 40 ou 50

-

-

-

-

T16

2 X 16 (25)


16


40


32
1 70
19 1 40 ou 50 2 40 ou 60 - - Q35 3 X 35 (35)
20 1 70 1 40 ou 60 1 40
Q35 3 X 50 (50) 25 50 40

21
1 40 ou 50
1

40 ou 60
- -
Q16

3 X 25 (25)



16



40



32
1 70

22
1 40 ou 50 - -
1

40

Q16

3 X 25 (35)
1 70 - -


TABELA 7B - DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTOS E/OU ATENDIMENTOS HÍBRIDOS ATENDIDOS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) - SEM PROTEÇÃO GERAL E SEM PROJETO ELÉTRICO
TIPOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS

RAMAL DE LIGAÇÃO
AÉREO
RAMAL DE ENTRADA/
ALIM SECUNDÁRIO
(Nota 2)


ATERRAMENTO
ITEM A
B C
CONDUTOR
ELETRODUTO
FASE/NEUTRO PROT
Nro.
ELETRODOS

CONDUTOR

Q
U
A
N
T.


DISJ
MONO
(A)

Q
U
A
N
T.


DISJ BIP
(A)

Q
U
A
N
T.


DISJ TRIP (A)

MULTIPLEX

PVC 70 C

PVC

ACO

mm

mm

mm

-

mm

21
1 40 ou 50
- -
1

60

Q16

3X25(35)

16

40

32
3











16
1 70 - - 3
22 1 70 2 40 ou 60
1 60
Q35
3X50(50) 25 50 40 3
23 1 70 2 40 ou 60
- - Q35 3x35(35) 16 40 32 3
24 - - 1 60 1 60 Q16
3X25(25) 16 40 32 2
25 - - 2 60 1 60 Q35 3X50(50) 25 50 40 3
26 2 40 ou 50 1 60 - - Q16 3X25(25)









16










40










32


3
27 2 70 - - 1 60 Q35 3x35(35)
28 2 70 - - 1 60 Q35 3x35(35)
29 2
70 - - 1 40 Q16 3x25(25)


2
30 1 40 ou 50
- - 1 60 Q16 3x25(25)
31 1 70 - - 1 40
Q16 3x25(25)
32 1 70 - - 1 60 Q16 3x25(25)
33 - - 1 60 1 40
Q16 3x25(25)
34 2 40 ou 50 - - 1 40 Q16 3x25(25)
3
35 2 40 ou 50 - - 1 60 Q16 3x25(25)

NOTAS(Tabelas 7A e 7B):
1. As seções dos condutores e diâmetros dos eletrodutos são mínimas.
2. Utilizar o dimensionamento dos condutores desta coluna como ramal de entrada para agrupamento sem proteção geral e como alimentador secundário para agrupamento com proteção geral. Esses condutores não podem ser seccionados e terem seu diâmetro reduzido. 3. Para ramais de ligação triplex e quadruplex até Q-16mm, utilizar poste tipo PA1 e PA4 (aço) ou PC1 e PC2 (concreto).
4 Para ramais de ligação quadruplex Q-35mm utilizar PA2 e PA5 (aço) ou PC1 e PC2 (concreto).
5 Alternativamente ao poste de aço ou concreto podem ser utilizados os pontaletes PT1 e PT2 pra os ramais de ligação previsto nessa norma.
6 Quando o agrupamento possuir uma das seguintes situações deve ter proteção geral e o cliente deve solicita a Análise de Rede para verificar a disponibilidade de carga:
a. acima de 3 caixas de medição;
b. uma unidade consumidora trifásica acima de 60 A ou duas unidades consumidoras trifásicas independente do disjuntor.
7. Somente após a liberação de carga pela Cemig, o cliente pode construir o padrão de entrada e solicitar a vistoria do mesmo.


TABELA 8 - DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS ATENDIDAS POR REDES DE
DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIA BIFÁSICAS (120V/240V) LOCALIZADAS NA VIA PÚBLICA - LIGAÇÕES A 2 E 3 FIOS -
SEM PROTEÇÃO GERAL, SEM PROJETO ELÉTRICO E SEM TRANSFORMADOR EXCLUSIVO(Nota 7)
TIPOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS
RAMAL DE
LIGAÇÃO
AÉREO
RAMAL DE ENTRADA /ALIM SECUNDÁRIO
Nota 8
ATERRAMENTO




ITEM


A


B
CONDUTOR
ELETRODUTO


No
ELETRODOS


CONDUTOR
FASE (N)
PROT

QUANT
DISJ.
MONOP.
(A)

QUANT
DISJ.
BIP.
(A)

MULTIPLEX

PVC 70 C

PVC

AÇO
mm mm
mm mm - mm
1 2 40 - -
T 16
2 X 6 (10)

10

32

25








2





















16
2 2 50 - - 2 X 10(16)

3
1 40 ou 50

-

-

T 16

2 X 16(25)














T 16














40














32
1 70
4 1 40 ou 50
1 40 ou 60
T 16
2 X 25(25)
5 2 70 - - T 16
2 X 16 (25)
6 1 70 1 40 ou 60
T 35
2 x 25 (25)
7 - - 2 40 ou 60
T 16
2 X 25 (25)
8 3 40 ou 50
- - T 16
2 X 16 (25)













3

9
2 40 ou 50
- -
T 16

2 X 16 (25)
1 70 - -
10 2 40 ou 50
1 40 ou 60
T 35
2 X 35 (35)

11
1 40 ou 50

-

-

T 16

2 X 25 (25)
2 70

12
1 40 ou 50
1
40 ou 60





T 35





2 X 35 (35)
1 70 - -
13 1 40 ou 50
2 40 ou 60
14 3 70 - -
15 2 70 1 40 ou 60
16 - - 3 40
17 - - 3 60

T 70


2 X 50 (50)


25


50


40

18

-

-
2 40
1 60

Notas da Tabela 8
1. Agrupamentos que contenham uma unidade consumidora com disjuntor superior a 60A ou mais de 3 unidades consumidoras ou alguma montagem que não esteja prevista na Tabela 8 devem ser dimensionados pela demanda calculada pelo Responsável Técnico de acordo com o Capítulo 5 e deve ter proteção geral.
2. As seções dos condutores e diâmetros dos eletrodutos são as mínimas. 3. O condutor de proteção liga a massa das caixas no potencial de terra.
4. Para ramais de ligação triplex até T-16mm, utilizar poste tipo PA1 e PA4 (aço) ou PC1 e PC2(concreto).
5. Para ramal de ligação triplex T-35mm utilizar PA2 e PA5 (aço) ou PC1 e PC2 (concreto).
6. Alternativamente ao poste de aço ou concreto podem ser utilizados os pontaletes PT1 ou PT2 para os ramais de ligação previstos nesta norma.
7. Transformador exclusivo na área rural é aquele transformador instalado dentro da propriedade rural do consumidor e que atende a apenas uma unidade consumidora de uso individual.
8. Utilizar o dimensionamento dos condutores desta coluna como ramal de entrada para agrupamento sem proteção geral e como alimentador secundário para agrupamento com proteção geral. Esses condutores não podem ser seccionados e terem seu diâmetro reduzido.




TABELA 9
ALTERNATIVAS DE DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTOS DE UNIDADES
CONSUMIDORAS RURAIS ATENDIDAS POR REDES DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIAS
MONOFÁSICAS (COM SECUNDÁRIO BIFÁSICO 120/240V) - LIGAÇÕES A 2 E 3 FIOS -
SEM PROJETO ELÉTRICO E COM TRANSFORMADOR EXCLUSIVO (Nota 1)
Transformador
monofásico
Altenativas de compartilhamento

10 kVA
4 mono 40 ou 50
2 BI DE 40 o 50
2 mono de 40A ou
50 A e 1 bi 40A
2 mono de 70A e 1 mono 40A ou 50A



15 kVA

6 mono 40A ou 50A

3 bi de 40A

4 mono de 40A ou
50A e um bi de
40 A
4 mono 70A e 2 mono
40A ou 50A
4 mono de 40A ou
50A e um bi 60A
ou 70 A
4 mono 70A e 1 bi
60A ou 70A


25 kVA
7 mono 40A ou 50A
4 bi 40A
5 mono de 40A ou 50A e 1 bi de 40A
6 mono de 70A e 3 mono
40A ou 50A
5 mono 40A ou
50A e 1 bi 60 ou
70 A
5 mono de 70A e 1
bi 60A ou 70A


37,5 kVA

12 mono 40A ou 50A

6 bi 40A
8 mono de 40A ou 50A e 1 bi 60A ou 70A
8 mono 70A
3 bi 60A ou 70A
2 bi de 100A


Notas
1. Transformador exclusivo na área rural é aquele transformador instalado dentro da propriedade rural do consumidor e que atende a apenas uma unidade consumidora de uso individual. Este transformador não possui secundário conectado à rede de baixa tensão da Cemig.
2. Agrupamentos que contenham uma unidade consumidora com disjuntor superior a 60 A ou mais de 3 unidades consumidoras ou alguma montagem que não esteja prevista na Tabela 8 devem ser dimensionados pela demanda calculada pelo Responsável Técnico de acordo com o Capítulo 5 e deve ter proteção geral.
3. Para os casos onde terá proteção geral o dimensionamento da entrada de serviço deve ser conforme a Tabela 2.
4. As seções dos condutores e diâmetros dos eletrodutos são as mínimas.
5. O condutor de proteção liga a massa das caixas no potencial de terra.
6. Para ramais de ligação triplex até T-16mm, utilizar poste tipo PA1 e PA4 (aço) ou PC1 e PC2(concreto).
7. Para ramal de ligação triplex T-35mm utilizar PA2 e PA5 (aço) ou PC1 e PC2 (concreto).
8. Alternativamente ao poste de aço ou concreto podem ser utilizados os pontaletes PT1 ou PT2 para os ramais de ligação previstos nesta norma.
9. Somente após liberação de carga pela Cemig, o cliente pode construir o padrão de entrada e solicitar a vistoria do mesmo.
10. Outras combinações não previstas na tabela acima podem ser utilizadas desde que o somatório de corrente disponível para o consumidor não seja superior a sua potência.
11. O uso do transformador de 5 kVA foi despadronizado pela Cemig e o de 25 kVA foi padronizado.
12. O ramal de ligação deve ser aéreo e dimensionado pela Tabela2.


TABELA 10 - FATORES DE MULTIPLICAÇÃO DE DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE
APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO (f).
Nro
APTOS
FATOR
MULT.
Nro
APTOS
FATOR
MULT.
Nro
APTOS
FATOR
MULT.
Nro
APTOS
FATOR
MULT.
Nro
APTOS
FATOR
MULT.
Nro
APTOS
FATOR
MULT
1 -
2 -
3 -
4 3,88
5 4,84
6 5,80
7 6,76
8 7,72
9 8,68
10 9,64
NOTAS
1. Fonte: RTD - 027/CODI.
2. Válido somente para quantidade de apartamentos superior a 3.
3. Estes Fatores só devem ser utilizados em conjunto com as demandas da Tabela 11.
Tabela 17
Tabela 1A e 1B
DEMANDA POR ÁREA PARA APARTAMENTOS RESIDENCIAIS (a)
ÁREA
UTIL
(m )

DEMANDA
(KVA)



ÁREA
UTIL
(m )


DEMANDA
(KVA)

DEMANDA
(KVA)


ÁREA
UTIL
(m )


ATÉ 15 0,39 86 - 90 1,96
241-260 5,47
16 - 20 0,51 91 - 95 2,05 261 - 280 5,42
21 - 25 0,62 96 - 100 2,16 281 - 300 5,76
26 - 30 0,73 101 - 110 2,35 301 - 350 6,61
31 - 35 0,84 111 - 120 2,54 351 - 400 7,45
36 - 40 1,95 121 - 130 2,73 401 - 450 8,28
41 - 45 1,05 131 - 140 2,91 451 - 500 9,10
46 - 50 1,16 141 - 150 3,10 501 - 550 9,91
51 - 55 1,26 151 - 160 3,28 551 - 600 10,71
56 - 60 1,36 161 - 170 3,47 601 -650 11,51
61 - 65 1,47 171 - 180 3,65 651 - 700 12,30
66 - 70 1,57 181 - 190 3,83 701 - 800 13,86
71 - 75 1,67 191 - 200 4,01 801 - 900 15,40
76 - 80 1,76 201 - 220 4,36 901 - 1000 16,93
81 - 85 1,86 221 - 240 4,72
NOTAS
1. Considerar com área útil apenas a área dos apartamentos.
2. Apartamentos com área útil superior a 1.000 m2 ,consultar a Cemig.
3. Fonte RTD - 027/CODI.


TABELA 12
FATORES DE  DEMANDA  PARA ILUMINAÇÃO  E TOMADAS
UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS.
DESCRIÇÃO
FATOR DE DEMANDA
oficinas , indústrias e semelhantes
1 para os primeiros 20 kVA
0,80 para o que exceder 20kVA
hotéis e semelhantes
0,50 para os primeiros 20 kVA
0,40 para o que exceder 20 kVA
auditórios, cinemas e semelhantes
1
bancos e semelhantes 1
barbearia, salões de beleza e semelhantes 1
clubes e semelhantes 1
escolas e semelhantes 1 para os primeiros 12 kVA
0,70 para o que exceder 20 kVA
escritórios, lojas e salas comerciais
1 para os primeiros 20 kVA
0,50 para o que exceder
garagens comerciais e semelhantes 1
clinicas, hospitais e semelhantes 0,40 para os primeiros 50 kVA
0,20 para o que exceder 50 kVA
igrejas , templos e semelhantes
1
restaurants, bares e semelhantes 1
áreas comuns e codomínios 1      para os primeiros 10 kVA
0,25 para o que exceder 10 kVA
salão de festas
1

NOTAS
1. É recomendável que a previsão de iluminação e tomadas atenda as prescrições da NBR-5410.
2. Para lãmpadas incandescentes e tomadas, considera kVA=kW (fator de potência unitário).
3. Para lâmpadas de descarga (vapor de mercúrio , sódio e fluorescente) considerar kVA = kW/0,92.


Tabela 13
FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADORES DE AR
UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS E NÃO RESIDENCIAIS
NÚMEROS DE APARELHOS
FATOR DE DEMANDA
1 a 10 1
11 a 20 0,86
21 a 30 0,80
31 a 40 0,78
41 a 50 0,75
51 a 75 0,70
76 a 100 0,65
ACIMA DE 100 0,60


FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS DE AQUECIMENTO E
REFRIGERAÇÃO (UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAS E NÃO RESIDENCIAIS)
NÚMERO DE
APARELHOS
FATOR DE DEMANDA NÚMERO DE
APARELHOS
FATOR DE
DEMANDA
1 1 16 0,43
2 0,92 17 0,42
3 0,84 18 0,41
4 0,76 19 0,40
5 0,70 20 0,40
6 0,65 21 0,39
7 0,60 22 0,39
8 0,57 23 0,39
9 0,54 24 0,38
10 0,52 25
0,38
11 0,49 26 a 30 0,37
12 0,48 31 a 40 0,36
13 0,46 41 a 50
0,35
14 0,45 51 a 60
0,34
15 0,44 61 ou mais
0,33


CÁLCULO DE DEMANDA
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os dimensionamentos de componentes de entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada,alimentadores
secundários) das edificações de uso coletivo não previstos nas Tabelas 7A , 7B e 8 devem ser feito pela
demanda da edificação calculada/definida pelo responsável técnico pelo projeto. O responsável técnico pelo projeto elétrico é o responsável pela determinação da demanda, podendo adotar para edificações residenciais o critério que julgar conveniente, desde que o mesmo não apresenta valores de demanda inferiores aos calculados pelo critério citado no item abaixo.

2. CRITÉRIO DE CÁLCULO DA PROTEÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO RESIDENCIAL D = D1 + D2 (kVA)
Sendo: D1 = 1,4 . f . a ...... demanda de apartamentos residenciais. D2 = .................... demanda do condomínio, lojas e outros. Onde:
a = demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela 11); f = fator de multiplicação de demanda (Tabela 10); 3. CRITÉRIO DE CÁLCULO DE DEMANDA PARA CADA UNIDADE CONSUMIDORA DE USO INDIVIDUAL 3.1 - O dimensionamento da entrada de serviço das unidades consumidoras urbanas ou rurais atendidas por redes secundárias trifásicas (127/220V), com carga instalada entre 15,1 kW e 75,0 kW deve ser feito pela demanda provável da edificação, cujo valor será inferior a sua carga instalada.
O consumidor pode determinar a demanda de sua edificação , considerando o regime de funcionamento de suas cargas, ou alternativamente, solicitar à Cemig o cálculo da demanda de acordo com o critério apresentado nesta norma. Salientamos que este critério é um exemplo de cálculo mínimo da demanda, sendo do consumidor a responsabilidade da escolha do critério a ser adotado para o cálculo da demanda de sua edificação, que pode ser o critério apresentado nesta norma. Expressão para o cálculo da demanda: D = a + b + c + d + e + f (kVA) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas, dada pelas Tabelas 12 e 20. b = demanda referente a aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento. Os fatores de demanda, dados pelas Tabelas 14 e 21 devem ser aplicados, separadamente, à carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos: -b1:chuveiros, torneira e cafeteiras elétricas; -b2:aquecedores de água por acumulação e por passagem; -b3:fornos, fogões e aprelhos tip "Grill"; -b4:máquinas de lavar e secar roupas, máquinas de lavar louças e ferro elétrico; -b5:demais aprelhos (TV,conjunto de som, ventilador, geladeira, freezer, liquidificador,batedeira, exaustor, ebulidor,etc). c = demanda dos aprelhos condicionadores de ar, determinada, pela Tabela 13. No caso de condicionador central de ar, utilizar fator de demanda igual a 100%. d = demanda de motores elétricos, dada pela Tabelas 15 e 16. e = demanda de máquinas de solda e transformador, determinada por : - 100 % da potência do maior aprelho; - 70 % da potência do segundo maior aparelho; - 40 % da potência do terceiro maior aparelho; - 30 % da potência dos demais aparelhos. No caso de máquinas de solda a tranformador com ligação V-v invertida, a potência dev ser considerada em dobro. f = demanda dos aparelhos de rios-X , determinada por: - 100% da potência do maior aparelho; - 10% da potência dos demais aparelhos;

NOTAS:
1. O critério de cálculo da porteção da edificação residencial desenvolvido de acordo com o RTD-27 do CODI será utilizado pela Cemig apenas como uma referência para análise do projeto elétrico, não podendo os valores de demanda apresentados pelo responsável técnico pelo projeto elétrico serm inferiores aos calculados por esse critério.
2. O responsável técnico pelo projeto deve informa a área útil de cada apartamento independentemente do critério adota para o cálculo da proteção geral.
3. As previsões de aumento de carga devem ser consideradas no cálculo da demanda.
4. No Anexo A são apresentados exemplos típicos de dimensionamentos da proteção geral e das proteções das unidades consumidoras.
5. Caso a proteção geral das edificações de uso coletivo seja menor ou igual a uma das proteções da unidade consumidora, deve ser tomado um valor de corrente nominal imediatamente, acima do maior valor de proteção das unidades consumidoras
(considerando o critério de coordenação e seletividade da proteção).
6. A critério do responsável técnico pelo projeto elétrico, as proteções dimensionadas devem ser verificadas pelo critério da coordenação/seletividade, mesmo que a proteção geral tenha valor de corrente nominal superior às demais. Em função deste estudo a proteção geral pode ser redimensionada implicando assim em alteração na faixa de atendimento.
7. Nas unidades consumidoras não residenciais e ao condomínio deve ser utilizado o processo tradicional que considera os grupos de carga e os respectivos fatores de demanda, função do total da carga ou da quantidade de equipamentos de cada grupo. Nas unidades consumidoras residenciais fica a critério do responsável técnico pelo projeto elétrico a definição do método de cálculo de demanda.
8. Em edificações de uso coletivo com grupos de apartamentos de áreas diferentes, o cálculo da demanda por área /nro de apartamentos pode ser efetuado de duas formas :
a) considerando isoladamente cada conjunto de apartamentos e somando as demandas dos vários conjuntos (desde que nenhum conjunto tenha menos de 4 apartamentos);
b) considerando a média ponderada das áreas envolvidadas e aplicando o fator de multiplicação correspondente ao total de apartamentos em conjunto com a demanda relativa a área média obtida. (média ponderada das áreas envolvidas - fator de multilplicação relativo ao total de apartamentos associado a demanda f(área ponderada obtida) )
9. O cálculo da proteção das unidades consumidoras deve ser como a seguir :
a) Unidades consumidoras com carga instalada até 10 kW (Tabela 3 , unidades consumidora tipo A ou tipo B1):
proteção monofśica ou bifásica , em função da carga instalada.
b) unidades consumidora com carga intalada entre 10,1 kW e 15,0 kW (Tabela 3, tipo B): proteção bifásica em função da carga instalada.
c) unidades consumidoras com carga instalada superior a 15,0 kW e inferior a 75 kW (Tabela 4, tipo C);
proteção trifásica em função da demanda provável, calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e de motores elétricos, tanto para unidades consumidoras residenciais como para as comerciais.
d)unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW (Tabela 6, Tipo F):
proteção trifásica em função da demanda provável , calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e motores elétricos , tanta para unidades consumidoras residenciais como para as comerciais.



TIPOS DE PADRÃO DE ENTRADA PARA FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA
UTILIZAÇÃO DESENHO

Elementos componentes da entrada de serviço aérea em baixa tensão - Agrupamentos
e edificações de uso coletivo até 95 kVA

1

Elementos componentes da entrada de serviço subterrânea em baixa tensão - Edificações
de uso coletivo com demanda entre 95 kVA e até 304 kVA


2

Elementos componentes da entrada de serviço subterrânea em média tensão com
câmara - edificações de uso coletivo com demanda acima de 304kVA
3
Definição do ponto de entrega
4
Padrão com ramal de ligação aéreo - amarrações e conexões
5
Medição por andar no atendimento a um bloco com automação das medições
6A
Medição por andar no atendimento a um bloco com automação das medições –
Entrada de energia – circuitos de energia

6B
Medição por andar no atendimento a um bloco com automação das medições –
Detalhe no andar – rede de dados

6C
Medição no térreo/subsolo no atendimento a dois ou mais blocos com automação
das medições

7A
Medição no térreo/subsolo no atendimento a dois ou mais blocos com automação
das medições – circuitos de energia
7B
Medição no térreo/subsolo no atendimento a dois ou mais blocos com automação
das medições – rede de dados
7C
Entrada de energia com medição no andar no atendimento a dois ou mais blocos
com automação das medições – Alternativa 1
8A
Medição no andar no atendimento a dois ou mais blocos com automação das
medições – circuitos de energia
8B
Medição no andar no atendimento a dois ou mais blocos com automação das
medições – rede de dados
8C
Entrada de energia com medição no andar no atendimento a dois ou mais blocos
com automação das medições – Alternativa 2
9A
Detalhe da entrada de energia para atendimento a dois ou mais blocos com
automação das medições – Alternativa 2
9B
Resumo dos requisitos para automação das medições 10A
Detalhes, notas e legenda - medição no térreo/subsolo no atendimento a um bloco
com automação das medições
10B
Detalhes, notas e legenda - medição no térreo/subsolo no atendimento a dois ou
mais blocos com automação das medições
10C
Detalhes, notas e legenda - medição por andar no atendimento a um ou vários
blocos com automação das medições
10D
Detalhes, notas e legenda - medição por andar no atendimento a um ou vários
blocos com automação das medições
110E
Detalhes, notas e legenda - entrada de energia no atendimento a vários blocos
com automação das medições localizadas no térreo ou por andar
10F
Detalhes, notas e legenda - caixa de automação CA2  quando há CA1 10G
etalhes, notas e legenda - instalação interna das caixas de automação CA1, CA2 e CA3 10H
Detalhes, notas e legenda - instalação interna da caixa de automação CA1 10I
Detalhes, notas e legenda - infraestrutura para automação no atendimento com
mais que sessenta e quatro medições no mesmo bloco
10J
Detalhes, notas e legenda - vista geral da infraestrura para automação das
medições localizadas por andar no atendimento a um bloco
10K
Detalhes, notas e legenda - legenda e notas da infraestrutura para automação das
medições
10L
Detalhes, notas e legenda - Notas da infraestrutura para automação das medições 10M
Medição totalizadora 11A
Chave de aferição 11B



ANEXOS